Ter, 03/07/2007 - 10:23
“São dois investimentos que vão custar cerca de 2 milhões de euros à autarquia no prazo de dois anos”, frisou o edil.
A presidente da Junta de Freguesia de Torre D. Chama, Paula Lopes, aplaudiu a concretização destas infra-estruturas, mas lembrou que a vila precisa de mais projectos estruturantes para se desenvolver. “A Torre não pode ser uma vila adiada, tem que criar estruturas e alguma sustentabilidade. Com estas casas vamos conseguir fixar aqui algumas famílias que deverão contribuir para o seu desenvolvimento”, acrescentou a autarca.
Além disso, Paula Lopes afirma que a Junta também está a trabalhar na instalação de um entreposto para receber e transformar produtos. “É uma parceria com os serviços do Ministério da Agricultura e penso que é uma boa aposta para o desenvolvimento da agricultura, uma actividade predominante na freguesia”, frisou a responsável.
Transformação do antigo celeiro num pavilhão multiusos depende de fundos comunitários
Em dia de aniversário, a autarquia também apresentou um projecto para a recuperação do antigo celeiro, que deverá ser transformado num pavilhão multiusos, composto por uma sala polivalente, com capacidade para 280 pessoas, bar, gabinetes e uma sala de reuniões para eventos mais pequenos.
Trata-se de um investimento de cerca de 500 mil euros, que só poderá ser concretizado com o recurso a fundos comunitários. “A Câmara não tem disponibilidade financeira para suportar esta obra. Caso seja comparticipada no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional comprometemo-nos a pagar os restantes 25 por cento”, esclareceu José Silvano.
Entre os projectos importantes para a Torre, Paula Lopes destacou, igualmente, a Unidade de Saúde Familiar, que deverá ser lançada, em finais de Julho, pelo ministro da Saúde, Correia de Campos.



