Ter, 03/07/2007 - 10:09
Trata-se de autênticos módulos de interactividade, onde a ciência e a tecnologia se apresentam de mãos dadas. No Centro de Interpretação Ambiental, os visitantes podem compreender o funcionamento do meio ambiente, através de um vasto leque de tecnologia que alia a parte lúdica à aprendizagem.
Além disso, este edifício também tem uma componente energética inteligente. Por exemplo, a fachada permite uma adaptação às condições atmosféricas, de modo a optimizar a captação directa da energia solar, aproveitando, desta forma, os recursos energéticos naturais.
Na Casa da Seda, onde é possível aprender o ciclo de vida do bicho-da-seda, em qualquer estação do ano, a paisagem observada pela janela está sempre repleta de borboletas.
O sucesso do Centro de Ciência Viva depende da sua promoção e divulgação
Segundo a directora da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, Rosália Vargas, este projecto, que levou cinco anos a ser concretizado, é um verdadeiro “museu interactivo dentro da moderna museologia científica”, que se encontra aberto a pessoas de todas as idades e de diferente formação.
Além disso, também é um espaço lúdico para os mais novos, que, a brincar, podem aprender diversos conhecimentos científicos.
Na inauguração do 14º Centro de Ciência Viva a integrar a rede nacional, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, realçou a beleza arquitectónica do equipamento, lembrando que, a partir de agora, é necessário promover, divulgar e dinamizar aquele espaço. “Espero que este Centro traga muita gente a Bragança, porque é uma verdadeira homenagem à Ciência”, acrescentou o governante.
Na óptica do presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, as escolas serão os principais utilizadores deste equipamento.



