class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-node page-node- page-node-166456 node-type-noticia">

            

Governo quer golfe no Azibo

Ter, 26/06/2007 - 10:02


A albufeira do Azibo vai receber o segundo campo de golfe público do País. O anúncio foi feito, na passada quarta-feira, pelo deputado e líder da Federação Distrital do PS, Mota Andrade.

Segundo o responsável, a ideia está a ser trabalhada há três meses pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros (CMMC) e Federação Portuguesa de Golfe (FPG), tendo em vista a criação de um campo com 18 buracos, que ocupará cerca de 50 hectares, situados entre a albufeira e o IP4.
No próximo mês, o processo deverá conhecer novos contornos, através da assinatura de um protocolo entre o Instituto Nacional do Desporto, a autarquia e FPG..
Mota Andrade considera que o investimento vai potenciar o desenvolvimento da região, atendendo ao número de postos de trabalho implicados e ao previsível afluxo de turistas.
“As pessoas que praticam golfe são cada vez mais e estamos convencidos que esta infra-estrutura trará milhares de pessoas à região, pois terá impacto a nível nacional e internacional ”, salientou o deputado, focando o exemplo de um equipamento semelhante criado na zona de Viseu, pela mão do grupo Visabeira.
A direcção da FPG já visitou o Azibo e, de acordo com o responsável, reconheceu a aptidão dos terrenos para a prática da modalidade. “As coisas estão encaminhadas de modo a criar o primeiro campo de golfe público no Jamor e o segundo no Azibo”, salientou Mota Andrade.
A CMMC, por seu lado, tem vindo a estabelecer os primeiros contactos com os proprietários dos terrenos que serão ocupados pelo equipamento e prevê avançar com as negociações de compra numa fase posterior.

PS condena restrições ao aproveitamento de energia eólica no Parque de Montesinho

A criação do campo de golfe no Azibo acabou por centrar as atenções na conferência de imprensa convocada pelo PS para analisar a situação política no distrito de Bragança.
No âmbito das áreas protegidas, os socialistas condenam o afastamento das Câmaras Municipais da co-gestão dos parques naturais, embora realcem o despacho do secretário de Estado Ambiente, que prevê a consulta às autarquias em todas as decisões estratégicas.
No que toca à proposta de ordenamento do Parque Natural de Montesinho, Mota Andrade considera “inaceitáveis” as restrições impostas ao aproveitamento da energia eólica e à construção de mini-hídricas.
Já a aplicação do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado na região leva o deputado a recordar a instalação da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte em Mirandela, bem como da delegação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.
No campo da Saúde, o responsável lembra que o encerramento dos Serviços de Atendimento Permanente “foi conduzido por via de protocolos com as autarquias” e acentua a criação duma Urgência Básica em Mogadouro, “que avançará logo que estejam reunidos os recursos humanos necessários”.