Ter, 26/06/2007 - 09:57
O simulacro, realizado na passada sexta-feira, pretendeu testar a actuação dos BVB em cenário de acidente grave. “Queremos simular situações que podem ocorrer em trabalhos desta importância”, justificou o engenheiro fiscal da obra e representante da Estradas de Portugal, João Rocha.
Classificada como “operação de risco muito elevado”, o resgate da vítima poderia ter sido feito a partir de um helicóptero, mas, como os BVB não dispõem deste meio, tiveram que recorrer à descida em rappel, transportando o sinistrado numa maca. “A acção, que é uma das situações que pode surgir, é das mais complicados de concretizar devido à altura e, por isso, acarretou riscos”, explicou o comandante dos BVB, José Fernandes.
Isaac Baptista, um dos elementos da corporação que resgatou a vítima, “traumatizada ao nível da cervical e coluna”, sublinhou que a realização do simulacro demonstra a capacidade dos BVB em caso de sinistro real.
Recorde-se que já ocorreram dois acidentes sem gravidade nas obras da Ponte Internacional de Quintanilha. “Deram-se fruto de um conjunto de pequenas falhas, mas, felizmente, ainda não tivemos um acidente de maior proporção”, informou João Rocha.



