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Crónicas de ...

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O tempo é uma moeda de troca para quase tudo. Diz-se que o tempo tudo faz esquecer, que o tempo tudo apaga, que o tempo é uma escola da vida, que não se deve correr atrás do tempo, enfim, muitas coisas se dizem, mas penso que o tempo é uma invariável que não se modifica por nada deste mundo....

Publicada em: 01/11/2022 - 11:37
Luís Ferreira

Por mero acaso no remexer da caótica aglomeração de CDs musicais encontrei dois dos muitos do prematuramente desaparecido cantor argentino de voz de rouxinol Carlos Gardel, cuja popularidade em Portugal até chegou à barbearia do saudoso Senhor César dos Santos Barata, onde o exímio escanhoador...

Publicada em: 01/11/2022 - 11:34
Armando Fernandes

É Natal, festa da família, do convívio e da degustação do trivial. Os tempos mudaram, mas a tradição é quase a mesma desde há um século. Parece ser no Norte que se verifica mais a exclusividade de uma tradição ligada ao bacalhau que à mesa acompanha as couves na ceia de Natal. Há mais de um...

Publicada em: 12/28/2021 - 09:50
Luís Ferreira

O famoso romancista D.H. Lawrence é autor de um romance «esotérico» com este título cuja figura primacial é uma mulher irlandesa de visita ao México onde encarna o Mito da serpente emplumada. Ora, esta serpente temida e adorada pelos crentes nessa Mitologia transladando-a para o nosso tempo, em...

Publicada em: 12/28/2021 - 09:49
Armando Fernandes

Muito bom dia a todos. Espero que estas palavras vos encontrem de boa saúde e de bom ânimo e que o advento traga mais paz e calor aos vossos dias. Hoje venho contar-vos um episódio ocorrido comigo no ano passado. Como nessa altura foi noticiado pelos meios de comunicação, a Itália referendou a...

Publicada em: 12/28/2021 - 09:48
Manuel João Pires

A quadra natalícia impele mesmos os carentes de tudo a gastarem o que podem vir a ter, pois a época leva a gestos de inusitada generosidade, a sacríficos dolorosos, até a tragédias como o ilustra Mestre Aquilino Ribeiro em o conto O Cavaquinho. Um lenço de assoar, um par de meias, um boneco...

Publicada em: 12/14/2021 - 09:52
Armando Fernandes

Todos já ouviram falar e até conhecem o jogo da cabra cega. Os mais novos não sabem, não conhecem e não jogam já este jogo engraçado que era habitual jogarmos no tempo da escola primária. Os recreios eram animados e todos estavam ansiosos para que a professora nos mandasse para o intervalo. Era...

Publicada em: 12/14/2021 - 09:51
Luís Ferreira

Torre de Moncorvo tem a Casa de Violante Gomes, a Pelicana, e a Rua Prior do Crato. Agora, tem também uma ficção que honra a Praça, a Feira Franca filmicamente documentada, a mais imponente igreja da região e quantos, seguindo o diálogo a espaços socrático de dois amigos nos nossos dias, Jorge...

Publicada em: 12/14/2021 - 09:48
Ernesto Rodrigues

Bons dias! Espero que estas palavras vos encontrem de bom ânimo nesta época sempre singular para o Nordeste, abundante em ouriços, castanhas e magustos, “rebulhana, subaldana, sobre quantos?” Ainda se faz esta espécie de jogo da moeda em que um dos jogadores lança essa pergunta e o outro tem de...

Publicada em: 11/30/2021 - 10:06
Manuel João Pires

Parece que o destino nos lidera até ao fim dos nossos dias. Há quem não acredite neste fatalismo provinciano e opte por dar à vontade alheia e à sorte essa liderança da vida de cada um. Será assim ou não, mas a verdade é que tudo o que acontece tem uma causa e às vezes também tem explicação. Sim...

Publicada em: 11/30/2021 - 10:05
Luís Ferreira