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Foi até as pernas aguentarem. A jovem equipa de Joaquim Barros deu luta, mas a formação de Jorginho foi mais experiente nos momentos certos do jogo e, como tem alguns atletas de qualidade, não foi de admirar o marcador final, embora as oportunidades não tivessem faltado na primeira parte.

Assistiu-se a um bom jogo de futebol entre equipas que já nada podem fazer em termos de competição a não ser lutar pelos seus objectivos. Se, por um lado, o Vinhais poderá chegar ao 3º ou 4º lugar, já o Carção dificilmente sairá da última posição, mas, mesmo assim, não esta desmotivado porque tem a Taça e está nas meias-finais. Perdeu na primeira-mão em Miranda do Douro, por 1-0, mas ainda sonha com a final.

Foi um jogo em que o Morais tinha a obrigação de ganhar para continuar a caminho do título de campeão distrital na companhia do Mãe d `Àgua, dado que são os dois únicos candidatos e, curiosamente, de concelhos onde já há equipas no nacional. Daqui podem-se tirar muitas ilações no que toca ao aspecto financeiro, uma vez que a nova lei das finanças locais pode mesmo pôr em perigo o orçamento destas equipas.

O Mãe D’ Água tremeu frente ao Mogadourense. Um motor aos solavancos cheio de génio garantiu os três pontos à turma de Marcelo e Genésio e a luta pelo título. A formação do Planalto chegou, mesmo, a dominar largos minutos e a desassossegar, inexplicavelmente, uma equipa que vencia por 2-0.

Tratou-se de um jogo importante para o Cerveira, que necessitava de pontos para a fuga à despromoção.
As equipas entraram com vontade de concretizar um golo logo no início e, aos dez minutos de jogo, ambos os conjuntos tiveram duas ocasiões de
marcar.

Excelente jogo de futebol, praticado por duas equipas recheadas de profissionais com elevados níveis técnicos, orientadas e vocacionadas para a vitória, em que o factor decisivo para o sucesso forasteiro se pautou por muita cabeça fria, trabalhos de casa bem feitos e a sorte do jogo.

O sonho do Bragança, na Taça, chegou ao fim e, ainda por cima, com um erro grosseiro do assistente João Santos, mesmo ao cair do pano.
Os canarinhos entraram dominadores e bastante personalizados. Logo no pontapé de saída, Rui Borges e Mobil deram um cheiro da atitude bragançana, isto é, uma mentalidade atacante e uma pressão todo terreno sem olhar a orçamentos.

Foi uma partida muito intensa, já que o Ataense necessitava de sair da zona de despromoção. Os visitantes mostraram, assim, qualidade nas jogadas, criando sucessivos problemas à defesa da equipa do sul do distrito que, com o seu habitual futebol, não conseguia furar a defensiva portuense.

O Bragança não entrou bem na partida, mas conseguiu suportar o maior caudal ofensivo da equipa de Famalicão, que procurou sempre jogar com o lateral Batista. Na área de Ximena a velocidade e bons cruzamentos foram uma constante, mas sem grande perigo para os visitantes. Foram, no entanto, os lances de bola parada que tornaram vulnerável a defensiva transmontana.
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