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Notícias Região

Era uma autêntica final para o GD Bragança que, mesmo perdendo, ficaria apurado, caso o Mãe d´Água e o Macedo tivessem jogado.
Os alfandeguenses começaram melhor, marcando os dois primeiros golos nos primeiros 12 minutos. O Moncorvo tentou responder e dispôs de duas boas ocasiões de golo, que os seus avançados desperdiçaram.
Foi um jogo com algum temporal à mistura, que deixou o sintético do CEE como uma autêntica banheira.
A equipa de Sílvio Carvalho entrou disposta a resolver cedo a partida e, aos 5 minuto, Pedro Borges abriu o activo. Os da casa continuaram a dominar o encontro, chegando a desperdiçar várias ocasiões para ampliar o marcador, o que veio a acontecer no final da primeira parte.
O Rebordelo perdeu 2 pontos em Vinhais devido a uma desconcentração que não se justificou por parte daquela que foi, de longe, a melhor equipa na primeira parte, com um bom meio campo, jogadores fortes e decididos em ocupar o centro nevrálgico de um jogo de futebol.
Um bom jogo de futebol e até à parte final foi bem dirigido por Carlos Silva, de Aveiro. Depois vieram as pressões que só se ouvem, mas não se vêem em futebol.
Numa partida que se pautou pelo equilíbrio, verificaram-se dois pormenores na cobrança de livres de canto, um da direita e outro da esquerda, do ataque do Prado, que foram decisivos para a vitória forasteira.
Típico jogo da guerra dos pontos, decisivos entre duas formações muito fortes, superiormente orientadas, tacticamente disciplinadas, com altos níveis técnicos e desconcertantes na estratégia.
Esta foi a resposta do Mondinense à vitória do Bragança na primeira fase do Campeonato, em Mondim.