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Título revalidado na Função Pública

Ter, 12/06/2007 - 10:39


Uma final muito esperada, mas pouco espectacular, pois atletas e árbitros acabaram por não compreender o espírito de convívio e amizade a que se destinava o Torneio da Função Pública.

A equipa de arbitragem deixou passar em flagrante algumas entradas fora de tempo. Por conseguinte, os juízes não conseguiram segurar o jogo e acabaram por mostrar amarelos e vermelhos só para um lado, embora não esteja em causa a justiça da disciplina na altura.
A final foi muito bem disputada, com as duas equipais a evidenciarem muita determinação. O Centro Hospitalar do Nordeste (CHN) esteve bem durante os primeiros 10’ e acabou por ter em Zé Luís o principal responsável pelo nulo no marcador. Depois, o conjunto da Sub-região de Saúde (SRS) respondeu com classe. Carlitos e Tó Parente fizeram a diferença e, até ao 4-0, nada a dizer, não obstante algumas queixas do CHN, que reclama duas faltas inexistentes que resultaram em dois golos para os crónicos campeões da Função Publica.
Os bi-campeões revelaram muita maturidade nestas andanças e quem tem Carlitos e Tó Parente arrisca-se a vencer, pois são claramente atletas acima da média.

Pavilhão Municipal de Bragança

Árbitros – João Dias e Pedro Lopes

Sub-Região de Saúde – Zé Luís; Carlitos, Kiko, Marcelo, Tó Parente, Estevinho, Hélder e Halestino.
Treinador – Vítor Reis

Centro Hospitalar Nordeste – Carlos; Telmo, Lino, Sérgio, Fernandes, Zé, Leonel, Castilho e Carlos Alves.
Treinador – José Veloso

Ao intervalo – 1-0
Marcadores – Carlitos 14’ e 39’, Hélder 31’, Marcelo 36’ e Leonel 40’.
Amarelos – Leonel, Messa e Telmo Afonso.
Vermelhos – Messa e Telmo Afonso.

Na recta final do desafio, chegou o período mais negro da contenda, onde jogadores do CHN e o juiz, João Dias, se envolveram em discussões acesas. No entanto, o fair – play acabou por vencer e os ânimos serenaram, apesar das expulsões.
No último lugar do pódio ficou a ES Miguel Torga depois de vencer o BPN/BPI/Barclays /Millenium, por 5-3.
Para a história do XXI Torneio da Função pública fica mais um triunfo da SRS, mais um troféu de melhor marcador para Tó Parente e muitas vozes contestatárias à organização, que para o ano será a mesma.