Ter, 24/04/2007 - 10:22
Pertencem inegavelmente à sua alma, alguns deveras intimistas, mas são tão visuais que rapidamente concebem um faz de conta desejado.
As serigrafias nascem do desafio feito, pelo docente da disciplina da área (Luís Fidalgo), aos alunos do curso de Educação Visual e Tecnológica da Escola Superior de Educação de Bragança para lerem plasticamente os poemas e devolverem a sua visão gráfica.
A música é o complemento da escrita e a imagem uma “dor fingida” que intriga o visitante numa encruzilhada de artes. Assim, a exposição revela-se misteriosa, sedutora e motivadora de sentimentos de índole muito especial. Uma prova que a Arte não é necessariamente de egoísmo e alheamento, pois as interiorizações dos sujeitos criadores traduzem um acto de intensa solidariedade para com os outros e a vida.
A exposição está patente no Conservatório de Música de Bragança até ao próximo dia 18 de Maio.


