Qua, 02/05/2007 - 10:02
Após as análises dos familiares mais próximos ter revelado incompatibilidade do sangue, os pais da Andreia têm agora esperança de encontrar um dador compatível entre as inúmeras pessoas solidárias por esta causa.
A campanha de recolha de sangue foi organizada pelos próprios pais, que tiveram de alterar completamente a sua vida. A mãe mudou-se para o Porto, onde passa os dias no hospital, e o pai, que trabalha em Mirandela, desloca-se todos os fins-de-semana à Invicta para ver a filha.
As três sessões de quimioterapia a que já foi submetida obrigam a Andreia a permanecer internada, visto que as inúmeras infecções que a têm fragilizado necessitam de vigilância permanente.
A doença da bebé, que completa um ano de vida no próximo dia 16, foi detectada no primeiro mês de vida, quando os pais estranharam umas manchas na pele da criança.
A partir daí, tem sido um verdadeiro sofrimento, dado que só a transfusão de medula óssea poderá salvar a pequena Andreia.
O sangue recolhido no passado sábado vai ser analisado, para ver se há alguma amostra compatível geneticamente com a menina. Caso esta possibilidade se concretize, a medula vai passar para a bebé por via endovenosa, ou seja, através de uma transfusão.
A família não arredou pé do quartel durante todo o dia, na esperança de poderem salvar a vida da filha.


