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Regresso ao passado

Ter, 01/04/2008 - 11:50


20 anos depois, o Mãe d’ Água está de regresso à 3ª Divisão Nacional. Primeiro como campeão distrital e agora como campeão da Divisão de Honra. Contudo, até à última jornada, o título ainda pertence ao Morais, pois primeiro vem a homologação e depois o título oficial. O joga da consagração foi demasiado fácil e começou a desenhar-se aos 4” quando J. P. desviou, de cabeça, um cruzamento de Migalhão. O guarda – redes Lelo foi no golpe de vista e viu a bola entrar que ainda bateu na base do poste esquerdo do desamparado guarda – redes.

O vento foi um grande adversário da equipa da casa na primeira parte e teve que ser André (o melhor em campo) a começar a fazer rolar a bola no sintético para que os seus companheiros percebessem que era mais fácil chegar à baliza da equipa a sul do Distrito.
Até ao 3-0 no intervalo e o parcial de 7-0 na 2ª metade, não surgiu nada de novo. A turma de Artur Araújo não fez um remate à baliza de Armando e estava consumada a conquista do distrital.

Apesar da goleada, Carrazeda mostrou dignidade em campo

O Carrazeda de Ansiães mostrou muito “Fair – Play”, pois em 90” cometeu apenas seis faltas. Veio para jogar à bola e como não o conseguiu, foi um digno vencido.
Destaque para dois golos do lateral esquerdo Migalhão, sendo que o segundo golo é uma obra de arte com um remate fora da área ao ângulo superior esquerdo das redes de Lelo.
O guarda-redes da casa, Armando, marcou um golo de penati para ficar registado no seu palmares, mas o melhor desta partida foi que Marcelo Alves e Genésio não facilitaram e obrigaram os jogadores a trabalharem até ao minuto 90+4.
Já nos rapazes derrotados, o melhor foi Lelo o guarda – redes que evitou mais três ou quatro golos e o número 9, Victor I, que é muito bom de bola, mas jogou condicionado. Ainda assim, mostrou técnica e bons pés para o futebol, pois joga muito com a sua capacidade de decidir no momento, mas sozinho nada pode fazer.
O presidente do clube confiou sempre nos jogadores e na equipa técnica e, assim, a mágoa de perder o campeonato em casa no último jogo, no ano passado, virou agora glória.
Agora faltam quatro jornadas e tudo será mais tranquilo, pois têm 88 golos marcados e existe o desafio de chegar aos 100, o que seria um “recorde” nesta prova. A equipa só cedeu dois pontos, curiosamente em casa, com o outro semifinalista da Taça, o Vinhais.
Rui Paulo e os seus pares passaram totalmente despercebidos.

Campo do CEE
Árbitro – Rui Paulo (AF Bragança)

10 Mãe d’ Água
Armando
Márcio
Careca
Migalhas
Migalhão
(Surrateiro 61”)
André
Fáboi
Jorginho
(Nuno 50”)
J. P.
Silva
ZéZé
(Ricardo 53”)
Treinador – Marcelo Alves e João Genésio

0 Carrazeda
Lelo “kameni”
Filipe Ribeiro
(Bruno 46”)
Tito
Mário
Josimar
Cardoso
Joni
Nelson Castro
Victor I
Victor II
(Osvaldo 65”)
Nelson
Treinador – Artur Araújo
1 Parte – 3-0
Golos – J. P. 4”, Migalhão 30” e 49”, Silva 31”, 70”, Migalhas 59”, Fabói 60”, Armando (gp) 66”, Ricardo 76” e Careca 86” (gp).