class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-node page-node- page-node-166057 node-type-noticia">

            

Rastreios mobilizam mogadourenses

Qua, 02/05/2007 - 10:09


A Associação de Estudantes do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto, realizou, no passado fim-de-semana, em Mogadouro, uma iniciativa denominada “Medicina na Periferia”. Este projecto consistiu na realização de uma série de exames de rastreio, que passaram pela medição da hipertensão arterial, glicemia, colesterol, cálculo do índice da massa corporal.

Os estudantes também deram conselhos para aumentar a qualidade de vida da população local, procurando assim vincar o papel do estudante de medicina na promoção de uma “Medicina de Prevenção”, bem como dar a possibilidade ao alunos de desenvolverem as suas capacidades de comunicação e interacção com a comunidade.
Ao longo de três dias, cerca de 200 pessoas passaram pelos postos de rastreio instalados na área do Centro de Saúde e na Casa da Cultura de Mogadouro.
Segundo Fátima Santos, aluna do Instituto Abel Salazar, a adesão por parte da população foi satisfatória, notando-se uma vontade das pessoas em mudarem os seus hábitos, já que, muitas vezes, não se dá importância a alguns factores importantes, como é o caso do exercício físico.
“ Os principais factores de risco passam pela hipertensão arterial, stress e dormir pouco. Ao nível da diabetes há um certo controlo, mas a alimentação das regiões do interior é propícia a determinados erros”, realçou a futura médica.
Os conselhos foram ficando, e caminhar, pelo menos meia hora por dia, é um hábito que deve ser adquirido, tal como uma alimentação rica em vegetais.
Em comparação com outros pontos do País, a equipa detectou que os trasmontanos são mais fechados do que os restantes portugueses, deixando o conselho para apostarem num convívio mais salutar.