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Quem não marca sofre

Ter, 04/03/2008 - 11:18


Os veteranos do Mãe d´Água iniciaram a partida bem estruturados, praticando um jogo corrido e bem delineado. Prova disso são os quatro golos de vantagem no final da primeira parte, que resultaram do empenho desenvolvido pelo colectivo da equipa.

O Mãe d’ Água tomou conta do jogo desde o início, dominando totalmente o adversário. Assim, adivinhava-se uma goleada, tal era o ímpeto, táctica e a melhor forma física do clube de Bragança.
Na segunda parte, o treinador Victor Reis entendeu que a vantagem seria satisfatória e fez entrar novos jogadores que adormeceram à sombra do resultado e foram impotentes para manter a chama que vinha da primeira parte.
Assim, a equipa do Amarante entrou forte no segundo tempo do jogo, com atletas de segunda linha que ludibriaram as hostes bragançanas, tentando resolver cedo a contenda. Deste modo, lá foram marcando e, pouco a pouco, subiram no jogo até que o empate aconteceu.
O treinador do Mãe d´Água não se cansava de pressionar os seus jogadores, lembrando a todo o momento que o empate se adivinhava, o que veio a acontecer com alguma naturalidade.
No “prolongamento”, ambas as equipas sentadas controlaram o “jogo”, de forma que o empate também se verificou aqui.
Que venham mais dias de confraternização para que as pessoas se encontrem através do desporto.

Orlando Bragança