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Negócios de Moncorvo apoiados

Ter, 13/03/2007 - 10:14


Torre de Moncorvo assistiu, na passada quinta-feira, à apresentação da Associação Unidade de Acompanhamento e Coordenação (UAC).

Trata-se de um organismo que nasceu de uma pareceria entre a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo (CMTM) e a Associação Comercial e Industrial do Concelho de Moncorvo (ACIM), e que representa um investimento de cerca de 121 mil euros, 90 mil dos quais comparticipados.
Com uma duração de 16 meses, este projecto visa acompanhar e gerir áreas de intervenção de projectos no sector comercial. O objectivo é promover a competitividade do centro urbano, dinamizar os estabelecimentos e serviços aí instalados e atingir notoriedade e reconhecimento para o concelho. “Pretendemos congregar produtores e restauração, de modo que, quando se realiza algum evento, todos saibam onde encontrar determinado produto”, explicou o presidente da ACIM, Vítor Gonçalves.
Para isso, a UAC vai disponibilizar serviços de consultadoria em diversas áreas, como higiene e segurança alimentar, vitrinismo, elaboração de novas propostas gastronómicas e criação de imagem para os produtos locais, entre outras iniciativas.
Para o presidente da CMTM, Aires Ferreira, esta associação representa a continuação da valorização do centro urbano e desenvolvimento do município. “Moncorvo sempre teve vocação na área da hotelaria, restauração e comércio, pelo que vamos inovar com os pés assentes na terra”, assevera o edil.

Qualidade de produtos típicos da região é assegurada pela UAC

Esta associação representa, ainda, garantia de qualidade daquilo que se fabrica na região, uma vez que vai avançar com o registo da marca “Sabores de Torre de Moncorvo” e Denominação de Origem Protegida (DOP) da amêndoa coberta daquele concelho.
O responsável espera, ainda, que a UAC dinamize o turismo e realização de eventos na vila.
Todas as empresas ou entidades privadas podem associar-se a este organismo, desde que se integrem no sector da restauração ou produção, uma vez que não há critérios de selecção. Contudo, Vítor Gonçalves mostra-se apreensivo quanto à adesão dos estabelecimentos e produtores de Moncorvo. “A promoção desta associação vai ser difícil, porque as pessoas não estão habituadas a este tipo de iniciativas e vai ser uma tarefa árdua”, referiu o responsável.
Assim, numa primeira fase, a acção da UAC vai incidir sobre a dinamização do centro urbano. Posteriormente, vai apostar na organização de eventos e promoção.
Recorde-se que Torre de Moncorvo é o segundo município a apresentar uma UAC, a seguir a Mirandela. Carrazeda de Ansiães será o próximo concelho a propor uma estrutura semelhante.