Ter, 22/01/2008 - 10:27
Trata-se duma estrutura que visa promover o intercâmbio de trabalhos jornalísticos e rentabilizar os respectivos recursos humanos, já que, no total, os títulos envolvidos possuem 18 jornalistas e representam uma tiragem de 20 mil exemplares.
Deste modo, pretende-se oferecer aos leitores um leque mais alargado de notícias e disponibilizar às agências de publicidade e aos anunciantes um meio de difusão com efectiva divulgação em toda a região.
Um exemplo da mais-valia da RTN em termos editoriais foi dado pelo director do Jornal Nordeste, João Campos: “Para nós, que estamos em Bragança, é mais difícil ir a Montalegre, por exemplo, para cobrir a Feira do Fumeiro, mas com esta parceria podemos aproveitar a notícia e as fotografias disponibilizadas pelo Semanário Transmontano, que se situa geograficamente mais perto”, explicou o responsável.
Por sua vez, J. B. César, do Semanário Transmontano, referiu que “outra das principais potencialidades da Rede é permitir captar inserções de publicidade junto das agências de meios e dos serviços e marcas que têm necessidade de se promoverem em toda a região de Trás-os-Montes e Alto Douro”.
Tendo em conta que a RTN é composta por vários jornais com inquestionável implantação na região, a soma das tiragens de cada um passa a ser o melhor meio de difusão comercial de Trás-os-Montes e Alto Douro, o que não deixará de ser considerado pelos anunciantes”, salientou o responsável.
Rede vai integrar, em breve mais alguns títulos da imprensa de Trás-os-Montes e Alto Douro
Para o director do Lamego Hoje, Paulo Cardoso, a RTN representa uma janela de oportunidade. “Foi a forma que encontrámos para dar aos leitores um melhor produto, sem que isso nos obrigue a esforços financeiros acrescidos”, resumiu.
Após a fase de lançamento, a Rede vai integrar, em breve, mais um ou dois títulos da imprensa de Trás-os-Montes e Alto Douro, nomeadamente da cidade de Vila Real. Nessa altura, “passará a contar com a participação de mais jornalistas e terá uma abrangência ainda maior”, referiu Marisa Alves, directora do Terra Quente.
A assinatura do protocolo que formalizou a RTN teve lugar no Gabinete de Leitura do Grémio Literário de Vila Real e é o culminar de um processo que tem vindo a ser amadurecido ao longo dos últimos dois anos.




