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Izeda recebe a maior Feira do Folar de sempre

Ter, 11/03/2008 - 11:24


Izeda recebe de 14 a 16 de Março, a IX Feira do Folar e do Artesanato. Trata-se de uma organização da Associação de Desenvolvimento da Região de Izeda (ADRI), que aposta num certame que tem levado o nome da vila além fronteiras e a todo o País. A comprovar o crescimento está o número de expositores que têm contactado a organização para estarem presentes na Feira do Folar. “Antes era a ADRI que convidava os participantes, mas agora já são eles que tomam essa iniciativa, sendo que já chegam de todo o País”, sublinhou o presidente da ADRI, Rui Simão.

Assim, 52 expositores vão prestigiar a Feira do Folar e Artesanato. Dez deles são fabricantes de folar e, à excepção de um, todos são de Izeda ou da região. “Se forem da vila ou dos arredores aceitamos todos os participantes, qualquer que seja a sua área de negócio”, explicou o responsável. No entanto, de modo a garantir lucro para todos os expositores, a ADRI autoriza a participação de apenas um representante em cada área de negócio, à excepção do folar. “Vem um expositor por cada artigo, pois assim garantimos receitas e que as pessoas queiram regressar no ano seguinte”, realçou Rui Simão.
Deste modo, os visitantes que passarem pelo certame podem encontrar artigos em pele, calçado, cutelaria de Palaçoulo, tapetes de Arraiolos, vidros de sopro e doçaria, entre muitos outros. Isto além do tradicional folar, claro.

ADRI espera ultrapassar a fasquia dos três mil visitantes, alcançada em 2007

Com o maior número de expositores e artigos presentes na Feira, a ADRI espera, este ano, conseguir ultrapassar os cerca de três mil visitantes que passaram, em 2007, pelo certame. “As nossas expectativas apontam para as cinco mil pessoas e acho que vamos conseguir atingir esse número, pois o evento tem muita qualidade”, salientou o responsável.
Na 9ª edição, a ADRI espera, também, voltar a esgotar toda a produção de folar, como aconteceu no ano passado, em que foram vendidos cerca de 2.500 quilos daquele produto. Os números, na óptica de Rui Simão, “demonstram a qualidade dos folares, que vai sempre quentinho para o certame, e o interesse dos clientes. Só não fabricamos mais porque temos medo que sobrem e isso representaria prejuízo para os expositores”.
Apesar de já ser conhecido e comercializado um pouco por todo o País, a ADRI gostaria de avançar com a certificação do Folar de Izeda. Para tal, já contactou a CoraNe, de modo a conseguir apoios. “Já arrancámos com as conversações, pois a certificação deste produto de qualidade é uma velha ambição”, adiantou Rui Simão.