Ter, 12/06/2007 - 09:40
Este concurso, que contou com a participação de 10 pontes, resultou de uma parceria entre o IPB e a empresa de madeiras JULAR. O objectivo desta iniciativa é incentivar os alunos a empenharem-se num projecto de âmbito curricular, dando a conhecer o seu trabalho.
O desafio era construir uma ponte numa escala reduzida com a maior resistência possível. Para tal, os estudantes receberam um caderno de encargos onde eram determinados os parâmetros da obra, nomeadamente o máximo de um metro de vão e de um quilograma de massa. Posteriormente, os futuros engenheiros tiveram total liberdade para projectar e escolher a geometria da ponte.
Os vencedores foram brindados com um prémio global no valor de 500 euros e foram convidados pela JULAR a reproduzirem a ponte, para ficar em exposição na empresa.
“Agora temos que nos concentrar no novo desafio, visto que temos que concluir a ponte até Setembro”, salientou Leonel Preto, um dos vencedores.
Alunos concentram-se na reprodução do mesmo modelo da ponte para ficar no espólio da empresa JULAR
Paulo Piloto, um dos docentes responsáveis pelo projecto, afirma que foi a primeira vez que os alunos receberam um prémio monetário, que poderá motivar os alunos a empenharem-se noutro tipo de projectos.
Segundo o administrador da empresa JULAR, Hélder Santos, esta é uma forma de promover os trabalhos em madeira, que, apesar de ser um material estrutural, tem sido substituída pelo betão e pelo ferro.
Por isso, a JULAR está disposta a patrocinar o concurso nacional de pontes em madeira, que está a ser organizado pelo IPB.
Paulo Piloto explica que esta iniciativa, que envolverá todas as escolas de Engenharia do País, terá um prémio monetário superior. “Serão pontes numa escala maior, que serão testadas no rio Fervença, que atravessa o campus”, esclarece o docente.



