Ter, 01/04/2008 - 11:17
No final do trabalho, com a duração prevista de 14 meses, serão elaborados sete documentários com 30 minutos cada um, que focarão os conteúdos dos ciclos agros – ecológicos, bem como um guia de campo dos recursos naturais.
Todo o material recolhido será, posteriormente, colocado à disposição dos interessados no futuro Centro Interpretativo de Mogadouro, a instalar no antigo edifício do Banco Pinto e Souto Mayor em pleno centro urbano da vila, que a autarquia adquiriu para o efeito e localizado. A missão do novo espaço será a promoção e projecção do concelho, num espaço interactivo, onde a tecnologia de ponta será utilizada para ajudar a perceber todas as etapas dos diversos ciclos e roteiros a elaborar.
Material recolhido será exposto no Centro Interpretativo de Mogadouro
Segundo o técnico da UTAD, António Luís Crespim, “este trabalho passará a ser uma montra de todos os recursos que existem no concelho de Mogadouro, da região do Planalto Mirandês e arribas do Douro e serão desenvolvidos por uma equipa multidisciplinar que junta investigadores e técnicos UTAD e da Universidade do Porto”.
Deste modo, o projecto permite que se possa conhecer a região ao nível turístico, económico e dos recursos endógenos à disposição de todos.
“Todo o levantamento, que ainda não existia e, por isso é fundamental, está orçado em cerca de 51 mil euros e vai dotar o município com instrumentos que permitiram um outro conhecimento da toda a região”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, Morais Machado.


