Ter, 04/03/2008 - 10:20
As eleições decorrem no próximo sábado, após o adiamento do acto eleitoral que marcou o passado dia 26 de Janeiro.
Sob o lema “Com Razão e Coração, Sempre por Macedo”, a lista encabeçada por António José Vaz aposta na conclusão do novo quartel, cujas obras se encontram paradas há cerca de 6 meses. “A empresa construtora faliu, há posse administrativa por parte da Associação Humanitária e há que tomar medidas para concluir os trabalhos o mais rapidamente possível”, salientou o responsável.
A renovação do parque de ambulâncias, a aquisição de equipamento de protecção individual (máscaras, botas e casacos anti-fogo), a par duma campanha de angariação de novos sócios e da criação de um cartão com descontos em combustíveis para bombeiros e associados, são outras das metas traçadas pela equipa candidata. “Decidimos unir esforços no sentido da revitalização e do engrandecimento desta corporação”, salientou António José Vaz, que apresentou a sua lista na passada quarta-feira, no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros.
“Contamos com apoios sólidos na luta por uma base logística distrital”
Em termos regionais, os candidatos baseiam-se na centralidade do concelho macedense para defender “o reforço e a concentração de recursos e meios no coração do distrito de Bragança”. “Contamos com apoios sólidos e válidos que podem levar-nos a bom porto na luta por uma base logística distrital com localização em Macedo de Cavaleiros”, revelou o empresário.
Outra das ambições passa por candidatar ao Quadro de Referência Estratégico Nacional projectos ligados, por exemplo, ao aproveitamento de energias renováveis, que permitam dotar a Associação Humanitária de meios financeiros próprios.
No programa eleitoral apresentado aos jornalistas também constam acções de proximidade com a população, tais como campanhas de prevenção de incêndios e acidentes, sessões de esclarecimento dos bombeiros na Escola e desenvolvimento de acções preventivas em parceria com as Juntas de Freguesia.
“Move-nos a consciência de que Macedo precisa de instituições fortes para contrariar a pressão exercida pela deslocalização sistemática dos focos de desenvolvimento para Bragança e Mirandela”, sublinha António José Vaz.


