class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-node page-node- page-node-167503 node-type-noticia">

            

Coelhoso prepara Empresa de Inserção

Ter, 04/12/2007 - 10:34


A falta de emprego, as deficiências ao nível das acessibilidades e a carência ao nível dos transportes públicos são os principais problemas apontados pela população que vive na freguesia de Coelhoso.

Estas foram as principais conclusões retiradas do diagnóstico social da freguesia, apresentado, anteontem, no Centro Social e Paroquial de Santo António (CSPSA).
Esta iniciativa, levada a cabo pela instituição, em parceria com a Rede Europeia Anti-Pobreza, teve como objectivo conhecer as principais carências dos habitantes, tendo em vista a sua resolução.
Para colmatar alguns problemas, o CSPSA pretende criar uma Empresa de Inserção Social, na área da agricultura, uma das principais fontes de rendimento da aldeia.
“A maioria das famílias vive dos rendimentos do vinho ou do azeite. Por isso, nós queremos explorar esta área e, ao mesmo tempo, empregar pessoas”, revela a directora técnica do centro, Vera Afonso.

Empresa de Inserção Social vai criar cinco postos de trabalho na área da agricultura

O projecto inicial prevê a criação de cinco postos de trabalho, um número que poderá ser aumentado com o crescimento da empresa. “Para já, estamos a pensar produzir para o abastecimento do lar.
Posteriormente, caso se revele rentável, pretendemos colocar os produtos no mercado”, salienta a responsável.
A criação da empresa, uma iniciativa que está a ser estudada há cerca de seis meses, será candidatada a programas do Instituto de Emprego e Formação Profissional já no próximo ano. O objectivo é dar emprego à população numa área que elas já dominam.
Para já, o CSPSA é a única fonte de empregabilidade na aldeia, tendo, actualmente, 20 funcionários a trabalhar nas valências de Lar, Centro de Dia e Apoio Domiciliário.
O aumento da população idosa é outra das preocupações do centro. “É preciso criar condições para que as pessoas, nomeadamente os jovens, se fixem em Coelhoso”, realça Vera Afonso.
No que toca às acessibilidades, a população lamenta as deficiências das vias que dão ligação à capital de distrito, onde se deslocam, frequentemente, para trabalhar ou para adquirir bens essenciais, como é o caso de alimentos ou medicamentos. (ver caixa).