Ter, 15/05/2007 - 10:46
Só que locais resolveram carregar no acelerador e utilizar os seus recursos técnicos e tácticos, fruto de um trabalho de formação muito bem pensado e concretizado.
A melhor organização e níveis técnicos individuais e colectivos foram desequilibrando a partida e o resultado avolumou-se.
No final, ambos os responsáveis pelas equipas reconheceram a grande diferença de argumentos e o resultado justo. Hernâni dizia-se perseguido pela comunicação social, por algumas arbitragens e por aqueles a que chamou “dominadores do futebol jovem”, alegando que a superioridade do futebol da sua equipa, aliada ao apoio da direcção e adeptos, ajudam a desvalorizar a situação.
Shéu, um devotado do clube e dos jovens de Carrazeda de Ansiães, era o espelho da impotência perante um adversário fortíssimo com objectivos e estruturas muito diferentes. Reconhecendo alguma indisciplina no grupo, anunciava poder ser este o último de muitos anos de futebol.
Quanto ao trabalho dos árbitros, uma tarde tranquila, embora contestada pelos forasteiros no penalti marcado a favor do Cachão, mas também num a seu favor, bem como nas situações de deslocação que deram 4 golos.
Jogo no Estádio Municipal do Cachão
Trio de árbitros da A. F. Bragança: Armando Rodrigues, Carlos Nunes, Valter Dias
Cachão - Manu, André, Tózé (Manuel Jorge 13’), Fábio Miranda, André Rodrigues (cap) Pereira, Sérgio (Cabeção 70’), David, João Paulo (sub-cap), José Vidagos (Nuno int), João Seixas, Edgar
Disciplina: intocável
Técnico: Hernâni
Carrazeda - Coco, Costa, Tito (Bruno int) (Marentão), Zé Carlos, Telmo, Jorge, Nuno, Leu, Johny, Luís Pássaro (cap), Pinto
Não utilizados: Jonh
Disciplina: Léo 64’, Costa 82’
Técnico: Prof. Shéu
Marcha do marcador: 3-0 ao intervalo – 1-0 Edgar 12’, 2-0 e 9-1, Manuel Jorge 37’ e 89’, 3-0 e 7-1, David 42’ e 80’, 4-0 e 8-1, André 51’ e 82’, 5-0 (g.p.) e 6-0, Pedro Nuno 64’ e 71’, 6-1 Luís Pássaro 72’.


