Ter, 29/04/2008 - 14:22
Sem ter sido exuberante, foi um jogo que valeu pela atitude de todos os intervenientes, disciplinado e contagiante para as bancadas que o viveram intensamente.
Foi um verdadeiro encontro do campeonato competição, em que o grande equilíbrio entre as equipas que disputam esta fase de subida obriga a todas as cautelas.
Mais uma vez ficou provado que quem errar vai ver os adversários a disparar na tabela, reduzindo a luta pela subida às equipas com maiores níveis competitivos e consistência exibicional.
Cultura táctica elevada à sua maior expoente, com uma guerra de bancos divina, em que o pormenor foi lei e a eficácia ditou o marcador. E o resultado espelha bem o equilíbrio revelado em campo, embora ambas as equipas tivessem tido 3 soberanas oportunidades para contabilizar os 3 pontos da vitória.
Não estando isentos de erros ao longo da partida, os árbitros tiveram o mérito de não cair em preferências, embora os minhotos se queixem de uma alegada “mãozinha de Deus” a ajeitar a bola no golo do empate trasmontano
Jogo no Estádio Dr. José de Matos
Árbitro: Pedro Moreira (AF Porto)
Vianense 2
Victor
David
Gomes
Tózé
Tinoco
Israel
Branco
Marco Alexandre (cap)
Filipe
Tchid
Amaral
Treinador
António Fidalgo
Mirandela 2
Norinho
André Novais
Diogo Cunha
Rui Lopes (cap)
Cheguerov
Pedro Borges
Vitó
Nelson Brito
Dani
André Silva
Juni
Treinador
Jorge Batista
Golos: 0-1 Cheguerov 5’, 1-1 Tchid 33’, 2-2 Cheguerov 73’


