Ter, 29/04/2008 - 10:47
Este novo espaço vai entrar em funcionamento no próximo mês, nas instalações do Centro Cultural de Bragança, e vai contar com apoio técnico em diversas áreas sociais.
Segundo a presidente da CPCJB, Beatriz Calado, a falta de profissionais a tempo inteiro é o principal problema da comissão. “Funcionamos com técnicos em regime de voluntariado, pelo que não conseguirmos cumprir os acordos de protecção”, explicou a responsável.
Neste momento, estão a ser acompanhados 158 casos por ano, um número que já permite inverter esta situação. “Vamos colocar em Bragança um técnico a tempo inteiro, visto que o número de casos já o permite”, salientou o procurador-geral da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, Maia Neto.
O GAF terá um papel interventivo ao nível das problemáticas familiares, auxiliando os agregados a criarem o seu projecto de vida. O abandono escolar é a principal problemática identificada no concelho, pelo que o gabinete irá canalizar as respostas para essa área.
Além disso, este espaço também vai dar apoio ao nível da educação para a Saúde, gestão doméstica, inserção no mercado de trabalho, bem como no acesso às ajudas sociais.
As famílias que vão ser acompanhadas pelo GAF serão seleccionadas pelos gestores dos casos da CPCJB.


