Ter, 22/04/2008 - 11:05
Dotados de excelente entrosamento e transposição entre os sectores frios e desconcertantes a defender, criativos na manobra do meio campo e de volátil ataque onde a normalidade é a eficácia da eficiência.
Com forças tão equilibradas e condicionados por uma expulsão muito cedo, os mirandelenses viram-se compelidos a recorrer ao futebol de contenção, para partir em contra- ataque rápido, procurando o erro do adversário. Fizeram-no, apesar de não ser o seu princípio e filosofia de jogo, com tal eficiência, que a vitória lhes encaixa muito bem. Apesar dos forasteiros terem construído em maior quantidade as situações perigosas do encontro, faltou-lhes eficiência e em alta competição isso, normalmente, é decisivo.
Quanto aos árbitros, fizeram um trabalho não isento de erros técnicos, mas que em nada beneficiou ou prejudicou qualquer uma das equipas.
Estádio de S. Sebastião
Árbitro: Luciano Silva (A. F. Porto)
2 Mirandela
Norinho
Peixe
André Novais
Ramalho
Nelson Brito
Vitó
Diogo Cunha
Rui Lopes (cap)
(Fábio Pinto 65‘)
Cheguerov
Pedro Borges
(Roland 73’)
Juni
Técnico
Jorge Baptista
1Vieira
Francês
Tózé
Castelar
Belmiro
Jeane
Óscar
(Bruno II 85’)
Paulinho
Hugo
(Maca 72‘)
Ramboia
(Rambo 67’)
Bruno
(Bruno II 88’)
Catana
Técnico
Pedro Rui
Disciplina: Cheguerov 21’, Norinho 90’+3’, Diogo Cunha 60’, Juni 77’ André Silva 82’ Dany 89’, Vitó 90’+8’,– c.v. Peixe 23’, Ramalho 90’+5’ , Ramboia 40’, Hugo 70’.
Golos- Rui Lopes 17’, Ramboia 50’, Juni 83’ g.p.


