Ter, 15/04/2008 - 11:28
Além disso, as apostas da empresa também poderão passar por voos internacionais, associados a pacotes turísticos destinados à classe média-alta.
Os objectivos são ambiciosos, até porque na memória ainda perdura o fracasso das ligações aéreas Bragança-Agen-Paris, que a Aerocondor tentou pôr de pé durante os meses de Verão e a época de Páscoa.
Como em quase tudo na vida, se a Aeronorte não conseguir ser competitiva em termos de preço, dificilmente poderá voar mais alto. E, em matéria de preços, recorde-se que a Aerocondor cobrava 300,00 euros por uma viagem de ida e volta Bragança-Paris, numa altura em que a TAP voava por metade do preço a partir do Porto ou Lisboa.
Por outro lado, o ainda reduzido volume de tráfego do Aeroporto Sá Carneiro continua a ser o principal inimigo da Câmara de Bragança, que insiste na ampliação da pista do aeródromo municipal para 2 mil metros, de modo a receber aviões com capacidade para 150-180 passageiros, casos do Boeing 737 e Airbus A320.
Ou seja, o facto da pista do Porto não ter o número de voos desejado pode dificultar a evolução do aeródromo de Bragança para aeroporto regional. No entanto, ao contrário das obras, sonhar não custa.


