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Aprender a gostar de ler

Ter, 18/03/2008 - 10:24


A leitura e a expressão oral e escrita foram tema de conversa entre formandos e formadores do Programa Nacional de Ensino do Português (PNEP) no 1º Ciclo do Ensino Básico que se reuniram, na passada quinta-feira, na Escola Superior de Educação (ESE) do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).

Trata-se de um projecto desenvolvido em todo o País que visa promover a compreensão da língua portuguesa em todas as escolas do 1º ciclo. “Envolve centenas de professores e tem como objectivo aumentar os níveis de literacia, leitura e escrita das crianças”, explicou Fernando Azevedo, docente na Universidade do Minho, que proferiu a conferência plenária “Formar leitores voluntários, críticos e comprometidos: o programa de leitura fundamentado na Literatura”.
Deste modo, é efectuado o acompanhamento de formadores que trabalham nos diversos agrupamentos de escolas e que se deslocam aos estabelecimentos de ensino superior para receberem apoio científico e pedagógico. “São realizadas sessões regionais de aprofundamento de conhecimentos e os professores do ensino superior vão aos agrupamentos para assistirem às aulas, acompanhar os docentes e ajudar a planificar as aulas”, sublinhou o responsável.

Agrupamento de Vimioso faz um balanço positivo do PNEP

No Agrupamento de Escolas de Vimioso (AEV), os alunos mostraram-se bastante receptivos à implementação deste programa, que conta com o envolvimento e colaboração de todos os docentes. “As crianças mostram-se animadas com iniciativas inovadoras que pretendem criar novos leitores e combater a ileteracia”, explicou Leonel Barreira, professor no AEV.
Segundo o docente, o balanço deste projecto é efectuado diariamente, pois “envolve uma permanência e partilha muito grande na sala de aula, já que visa melhorar as práticas educativas na própria escola”, acrescentou Leonel Barreira.
Apesar de poderem ser promovidos nos estabelecimentos de ensino, os índices de leitura e ensino de língua portuguesa devem ser abordados, sobretudo, na casa de cada um dos alunos.
“A iniciação deve ser na própria família”, sublinha o docente.