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Casa de Trás-os-Montes com nova direcção

Ter, 12/02/2008 - 10:18


Jorge Valadares, natural do concelho de Chaves, sucede a Nuno Aires na presidência da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro (CTMAD). As eleições do passado dia 31 de Janeiro deram a vitória à lista A, apoiada pelos membros que já faziam parte dos órgãos sociais da instituição. A contagem ditou 68 por cento dos votos para a lista A e, apenas, 31 por cento para a lista B, encabeçada pelo transmontano Hirondino Isaías e subscrita por sócios da CTMAD. No acto eleitoral ficou, ainda, registado 1 por cento de votos nulos.

Com o lema “ao serviço de Trás-os-montes e Alto Douro e dos que amam esta região”, os novos corpos sociais prometem trabalhar em prol da comunidade desta região. Assim, a Mesa da Assembleia Geral é composta por António Pires (Murça) na presidência, o vice-presidente é Artur Couto (Boticas) e como secretários foram eleitos Anabela Martins (Chaves) e Manuel Pinto (Torre de Moncorvo).
Já a direcção é presidida por Jorge Valadares (Chaves), o vice-presidente é António Cepeda (Bragança), como tesoureiro foi eleito Leonardo Antão (Miranda do Douro) e o secretário é José Luís Teixeira (Chaves). Os vogais efectivos são António da Costa (Mirandela), Maria de Lourdes Marques (Alfândega da Fé), Maria Manuela Ramos (Vila Pouca de Aguiar), Joaquim Afonso (Miranda do Douro) e Manuel Martins (Vila Real). Como vogais suplentes estão Carlos Cordeiro (Mirandela) e Jorge Gomes (Chaves).

Representantes da CTMAD em Lisboa procuram manter vivas as raízes às suas terras de origem

Por sua vez, o Conselho Fiscal é composto por Nuno Aires (Torre de Moncorvo) na presidência e pelos vogais Ana Brito (Torre de Moncorvo), Francisco Sá (Vila Flor) e João Tomás (Chaves).
Nesta nova etapa, os representantes da CTMAD comprometem-se a agir na defesa dos interesses desta região, dos que lá nasceram e dos seus descendentes, em particular dos que vivem em Lisboa. Para tal, contam com o apoio das autarquias e de todos os órgãos regionais para um “trabalho solidário”. O objectivo é lutar pelo progresso das suas terras e dos seus filhos, bem como pela consolidação de relações institucionais e pessoais, que possam contribuir para o desenvolvimento de um espaço apelativo para todos os transmontanos e alto-durienses.