Qua, 06/02/2008 - 10:45
Um grande pavilhão destinado ao abate de aves, comércio de carnes e escritórios constitui parte do património desta empresa.
De salientar que esta sociedade é possuidora, também, de outro pavilhão na Zona Industrial das Cantarias, onde actualmente se encontra a base da empresa.
A DISTRIBUI pertence ao poderoso grupo VALOURO, mais conhecido por AVIBOM, cuja actividade é o abate, transformação e comércio de aves. A sede é em Casais do Araújo – Marteleira – Lourinhã. Funcionando em circuito fechado, não vamos maçar os leitores com o organigrama do Grupo. No entanto, tem interesse aflorar um pouco pela rama o circuito, desde o ovo/galinha até à comercialização da carne.
Nesta conformidade, este poderoso grupo económico, com uma facturação anual que ronda os 500 milhões de euros e que dá trabalho a 4 000 trabalhadores, pode dizer-se que se “basta” a si próprio, aglutinando-se por muitos pavilhões, tanto em Viseu, Porto, Chaves, (Vila Real/Moncorvo = Bragança), como em Leiria, Torres Vedras, Lisboa, Alvalade, Serpa, Albufeira e Badajoz. Estas unidades industriais estão vocacionadas, consoante os casos, para comercialização de matérias primas, produção de rações, multiplicação de aves de vocação creatopoética, produção de frangos, perus, patos e codornizes, centros de abate e salas de desmanche, entrepostos comerciais, e outras actividades conexas.
Na DISTRIBUI de Bragança trabalham 52 funcionários e a frota comercial é composta por 35 viaturas adaptadas, mas no início, em 1989, começaram com 18 funcionários e 7 carros frigoríficos. A unidade de Vila Real, que pertence à DISTRIBUI, é composta por salas de desmanche. Neste momento está em fase de arranque a instalação de uma nova unidade em Baltar – Paredes.
Teófilo Domingues, um experiente e ambicioso empresário da cidade, explicou-nos tudo sobre a orgânica e funcionamento desta “sua” querida empresa, em vias de ainda se expandir mais. Brevemente, vai instalar uma sucursal desta sua empresa bragançana em Valladolid (Espanha).
Entre muita informação, ficou-nos retido na mente que o grupo só compra/importa rações, soja e milho. Tudo o resto é nacional, salientando-se já um apreciável surto de exportações, principalmente de pintos do dia, para Espanha e França. Perante isto, quem afirma que não há indústria em Bragança? É caso para dizer: se sozinho não podes competir com eles, junta-te a eles. A união faz a força.
Pêra Fernandes


