class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-node page-node- page-node-167791 node-type-noticia">

            

Fumeiro provoca enchente em Montalegre

Ter, 15/01/2008 - 11:20


A neve ajudou a cativar os milhares de pessoas que passaram pela XVII Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso, em Montalegre. Até anteontem, as ruas da vila ficaram cheias de carros, a hotelaria esgotou a sua capacidade e o público delirou com o espectáculo que envolveu o certame. Os produtores e a organização mostraram-se satisfeitos com os quatro dias de autêntica romaria à capital do Barroso, à qual ajudou a neve que caiu.

No entanto, o presidente da Câmara Municipal de Montalegre (CMM), Fernando Rodrigues, confirmou que houve uma ligeira quebra no número de visitas, mas sublinhou que a presente edição “tem uma soma de negócio semelhante aos anos anteriores, sendo que os produtores mais organizados são os que têm mais negócio”. Segundo o autarca, “a Feira do Fumeiro é para quem quer uma actividade rentável, pelo que quem passa facturas, certificou o produto ou apresenta mais arrojo, é quem ganha dinheiro e vai continuar a ganhar”.
No primeiro dia do certame, a ministra da Cultura, Isabel Pires Lima, descerrou a lápide que relembra a passagem do escritor transmontano, Miguel Torga, por Montalegre, escrita no Diário VIII do poeta.
A jornada ficou, ainda, marcada pela inauguração do Auditório Municipal, numa cerimónia, igualmente, presidida por Isabel Pires de Lima.