Ter, 15/01/2008 - 11:06
Para o autarca, este encontro cultural serviu, também, como “factor de aproximação e integração de pessoas que vêm, normalmente, de países com actividades culturais muito desenvolvidas”.
Estima-se que o concelho de Bragança acolha mais de 500 imigrantes oriundos de cerca de 40 nacionalidades diferentes. “Há pessoas de toda a Europa e dos PALOP, mas a Ucrânia é o país com maior representação”, informou o edil.
Segundo Jorge Nunes, nos últimos anos, um largo número de estrangeiros tem abandonado a região, devido à redução da actividade económica, nomeadamente da construção civil, pelo que Bragança é, muitas vezes, o ponto de partida inicial para outras localidades. “Existem mercados muito mais atraentes, como Espanha, França ou Alemanha e como os imigrantes têm vontade de vencer, optam, depois, por um desses países que lhes oferece outro tipo de regalias”, acrescentou o autarca.
Contudo, na óptica de Jorge Nunes, a instalação de imigrantes na região é “bastante útil para a economia e contribui para o rejuvenescimento social e para a nossa própria abertura a outras culturas, através do intercâmbio de conhecimentos”, acrescentou.
Após o espectáculo com a Orquestra Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira, a comunidade de imigrante reuniu-se num lanche/convívio no foyer do TMB.


