Ter, 15/01/2008 - 11:04
Segundo o representante do Governo, as micro e pequenas empresas serão “favorecidas” em comparação às médias, e estas em relação às grandes. “Vai existir uma discriminação positiva das empresas mais pequenas no que toca à intensidade dos apoios”, sublinhou António Castro Guerra. Deste modo, cerca de 60 por cento dos incentivos estão destinados às Pequenas e Médias Empresas (PME’s). “Existe um compromisso com Bruxelas nesse sentido, havendo, mesmo, um sistema só para PME”, assegurou o responsável.
Empresários do Interior devem apostar “na sua identidade própria”
Apesar dos empresários do Interior terem que enfrentar mais e maiores obstáculos do que os do resto do País, António Castro Guerra acredita que existem produtos e estratégias regionais que podem fomentar o investimento. “É mais complicado desenvolver aqui uma actividade sujeita à concorrência internacional. No entanto, há uma identidade própria que pode propiciar um conjunto de iniciativas ao nível do turismo e artesanato”, defendeu o membro do Governo.
Na óptica de António Castro Guerra, os interessados poderiam “aproveitar” o QREN para modernizar as suas empresas. “Com estes apoios, podem adquirir equipamento para requalificar o processo de produção e trazer melhorias às empresas”, explica o responsável.
Caso os empresários pretendam, podem apostar nas áreas da internacionalização, organização marketing, eficiência energética e economia digital, entre outros.
O Governo quer, ainda, “fomentar a relação entre o mundo empresarial e o do saber, das universidades”, acrescentou António Castro Guerra.


