Ter, 08/01/2008 - 11:41
Contudo, não pode deixar de se reconhecer a boa réplica dos forasteiros, que podem queixar-se do desnível de golos devido à falta de estrelinha. Têm de falhar menos na finalização e as vedetas têm, acima de tudo, de aprender a jogar em equipa dando a bola, ao invés de quererem entrar pela baliza dentro.
A alegria com que jogam e o sentido de equipa são a grande arma do Carrazeda.
Já Marco Pinto, do Torre D. Chama, continua a ser um jogador que dá gosto ver, mas o jovenzito Pinheiro deixou perfume de craque no pavilhão, pelo que pode ir muito longe.
Quanto aos árbitros, foi um trabalho de excelência, especialmente pela forma pedagógica e dialogante com que controlaram o jogo.
Pavilhão da Escola Secundária de Carrazeda de Ansiães
Árbitro – Victor Coelho e Filipe Balbino (A. F. Bragança)
12 Carrazeda
Tomé
Ferraz (cap)
Silva
Ribeiro
Oliveira
Bernardo
Samorinha
Trigo
Lopes
Leitão
Treinador
Artur Serqueira
3 Torre D. Chama
Pastor
Reis
Augusto
Esteves
Alves
Reis II
Marco Pinto
Pinheiro
Freitas
Treinador
Alfredo Mariano
Golos – 0-1 Augusto, 1-1 e 2-1Samorinha, 3-1 Sousa, 4-1 Samorinha, 5-1 Trigo, 6-1 Sousa, 7-1 Trigo, 7-2 Alves, 7-3 Pinto, 8-3 Sousa, 9-3 Samorinha, 10-3 Oliveira, 11-3 Samorinha, 12-3 Sousa.
Disciplina – Ferraz, Reis II


