Ter, 22/05/2007 - 10:35
Paralelamente, o público infantil vestiu o papel de detective e lançou-se na demanda de alguns objectos que fazem parte da exposição permanente do MAB.
Sob o lema “Mistérios Nocturnos”, o museu abriu ineditamente as portas para receber o arqueólogo Abade de Baçal, uma dramatização que deliciou o público de todas as idades, convidando-o a decifrar misteriosos enigmas.
A par desta iniciativa, ocorreram as tradicionais visitas guiadas e várias campanhas de sensibilização para a defesa do Património Universal.
Como referiu um dos responsáveis pelos serviços educativos do MAB, Rogério Vara, “o saldo das actividades foi positivo e a interacção entre museu / público foi total”. Segundo o técnico, “os grandes objectivos destas actividades passam por relançar o museu nos hábitos dos transmontanos, incutindo-lhes que se trata de um espaço vocacionado para qualquer tipo de público e não de elites”.


