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Crise afecta artesanato

Ter, 08/05/2007 - 10:03


Poucos visitantes e um reduzido volume de vendas é o balanço da XXI Feira de Artesanato de Bragança. O certame, que terminou anteontem, reuniu expositores de diversos pontos do País, que ofereceram aos visitantes diferentes tipos de artesanato. No entanto, as cantarinhas de Pinela foram as peças mais procuradas, tendo esgotado no último dia da feira. A localização do evento voltou a ser apontada pelos artesãos como a causa da quebra nas vendas, dado a Praça Camões “está muito escondida”, consideram.

“Durante os cinco dias passaram por aqui poucas pessoas, das aldeias quase não vi ninguém. Talvez o problema seja a separação da Feira de Artesanato e da Feira das Cantarinhas”, realçou Julieta Alves, artesã de Pinela.
Confrontado com esta situação, o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, aponta o local como o mais adequado para o artesanato, dado tratar-se de feiras diferentes.
A chuva também causou dificuldades aos expositores no primeiro dia do certame, que viram os seus espaços inundados, devido aos problemas de escoamento da Praça Camões.
“Trata-se de um problema de construção que já não é novidade e que estamos a tentar resolver no âmbito da empresa Bragança Polis. A obra ainda não foi aceite pela Câmara e nem será enquanto os problemas não forem solucionados”, justificou o edil.
O certame contou com a presença de cerca de 75 expositores, entre os quais o Centro Hospitalar do Nordeste, que participou, pela primeira vez, com objectos artesanais feitos pelos utentes do Hospital Psiquiátrico, na Quinta da Trajinha.