Ter, 08/05/2007 - 10:03
“Durante os cinco dias passaram por aqui poucas pessoas, das aldeias quase não vi ninguém. Talvez o problema seja a separação da Feira de Artesanato e da Feira das Cantarinhas”, realçou Julieta Alves, artesã de Pinela.
Confrontado com esta situação, o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, aponta o local como o mais adequado para o artesanato, dado tratar-se de feiras diferentes.
A chuva também causou dificuldades aos expositores no primeiro dia do certame, que viram os seus espaços inundados, devido aos problemas de escoamento da Praça Camões.
“Trata-se de um problema de construção que já não é novidade e que estamos a tentar resolver no âmbito da empresa Bragança Polis. A obra ainda não foi aceite pela Câmara e nem será enquanto os problemas não forem solucionados”, justificou o edil.
O certame contou com a presença de cerca de 75 expositores, entre os quais o Centro Hospitalar do Nordeste, que participou, pela primeira vez, com objectos artesanais feitos pelos utentes do Hospital Psiquiátrico, na Quinta da Trajinha.


