class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-node page-node- page-node-166061 node-type-noticia">

            

“Portugal sem fogos depende de todos”

Qua, 02/05/2007 - 10:16


Sob o mote “Portugal sem fogos depende de todos”, o ministro de Estado e da Administração Interna, António Costa, apresentou em Bragança o dispositivo distrital de combate aos incêndios florestais. Para o governante, a prevenção e combate aos fogos depende de todos, pelo que cada cidadão deve mobilizar-se e evitar comportamentos de risco, que são responsáveis pela maioria dos incêndios em Portugal. “Não podemos pensar que o combate e prevenção de fogos são da exclusiva responsabilidade dos bombeiros ou sapadores”, alertou o responsável, na passada sexta-feira.

O Governo aposta, ainda, na continuidade das mudanças que foram introduzidas em 2006. “Vamos manter a estratégia do ano passado, que funcionou muito bem, e reforçá-la”, sublinhou António Costa. Contudo, o responsável alerta que, apesar da área ardida em 2006 ter sido um terço da média nos últimos cinco anos, “ os resultados alcançados ainda não são sustentáveis, pelo que não há garantias de os repetirmos este ano”.
Assim, além do reforço do dispositivo humano, Portugal conta, pela primeira vez, com meios aéreos próprios. Trata-se de dez helicópteros que estarão disponíveis ao longo de todo o ano.
Para este ano, o Governo mantém as três etapas de combate aos incêndios. Deste modo, no próximo dia 15, até 30 de Junho, decorre a Fase Bravo que vai mobilizar 99 elementos no combate aos fogos, no distrito de Bragança. Em relação a 2006, há um aumento de 13 pessoas.
Entre 1 de Julho e 30 de Setembro, avança a Fase Charlie que irá integrar, na região, cerca de 275 elementos, divididos por grupos de primeira intervenção, apoio e helitransportados, entre outros. Nesta fase, além dos bombeiros, o dispositivo de combate a incêndios vai contar, ainda, com militares da GNR, sapadores, equipas profissionais helitransportadas e do INEM.