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Clube Académico - Grupo Desportivo de Bragança

Ter, 17/04/2007 - 11:11


Várias décadas passadas após a realização de alguns dos grandes feitos do GDB – Grupo Desportivo de Bragança, duas vezes campeão nacional da terceira divisão e um terceiro lugar no último ano em que se realizou esse mesmo campeonato em Coimbra e mais recentemente o bom comportamento do GDB na Taça de Portugal (infelizmente, neste momento, a situação não está nada boa), penso que é mais do que altura de prestar uma justa homenagem aos seus jogadores, técnicos e dirigentes.

Nessa homenagem incluir-se-iam, também, os jogadores e treinadores transmontanos que se destacaram noutros clubes nacionais e estrangeiros ao longo dos tempos e na actualidade.
Para isso sugiro que se proceda a um concurso escolar de desenho e pintura com o fim de embelezar todos os espaços circundantes do recinto exterior à volta do Estádio e de todo o complexo desportivo ali existente, até mesmo a barreira entre o estádio e o pavilhão das piscinas e “a rampa” e os acessos entre o Clube Académico e o Estádio Municipal, incluindo ainda os espaços exteriores que dão para a Avenida Abade de Baçal e para outra rua que circunda o estádio.
A ideia é arranjar o espaço de forma a poder receber os diversos painéis ilustrados e decorados pelos alunos, com o apoio dos respectivos professores. Um exemplo interessante foi o que se levou a cabo no viaduto da Avenida Sá Carneiro, obviamente com outro tema e feito directamente na parede.
A minha ideia para este concurso prevê que sejam feitos vários painéis, todos os que se considerem necessários para representar todos os homenageados, de maneira a tornar mais agradável esteticamente todo aquele espaço.
Este concurso, para além de constituir uma solução estética, visa também contribuir para a formação dos nossos jovens, chamar-lhes a atenção para o desporto em todas as suas vertentes, fazê-los despertar para actividades novas e aliciantes como a pintura e ainda, fomentar os valores essenciais da vida humana em sociedade.
Nunca é demais valorizarmos a nossa história e ela é feita de todas as vertentes.
A homenagem a estas pessoas que conseguiram com o seu esforço levar o nome da região mais longe é legítima e também tardia.
Devemos dar valor aos pequenos feitos que colectivamente são mais importantes do que os grandes acontecimentos nacionais ou mundiais. O que acontece mais perto de nós é o que mais nos marca e é necessário não permitir que se desvaneçam no tempo as nossas memórias mais caseiras. São elas que contribuem para a nossa memória colectiva e regional. São eles que contribuem para a nossa individualidade.

Marcolino Cepeda