class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-node page-node- page-node-165920 node-type-noticia">

            

Anulados pelo juiz

Ter, 03/04/2007 - 10:25


Um jogo em foi superior em quase todos os aspectos, o Bragança acabou por não conseguir mais do que um empate. Mesmo assim, o ponto alcançado volta a dar esperanças ao grupo de trabalho do treinador Lopes da Silva.

As oportunidades foram suficientes para os transmontanos, que acabaram mesmo por ver anulado um golo limpo a Marco Mobil.
Agora, o Bragança tem que vencer em casa os seus adversários directos, como é o caso do Lousada, já no próximo sábado, e, mais tarde, o Maia, para que a esperança volte a motivar estes jogadores, que merecem ficar na 2ª divisão, depois de tudo o que passaram durante a época.
Na Madeira, Ezequiel foi o mais perdulário. O ponta de lança do Bragança poderia ter resolvido o jogo, tal como Rui Borges, que falhou, incrivelmente, uma grande oportunidade.
Assim fica um ponto positivo, mas “um mau sabor de boca” numa equipa que sabe o que quer fora de casa.
Para o trio de arbitragem fica uma nota negativa pelo golo anulado ao Bragança.

Estádio Imaculado Coração

Árbitro – Jorge Tavares ( A.F. Aveiro).

Marítimo – Cris; Marco, Hélder, Santos e Mariano; Angola , Sidnei e David (Gonçalo 58”); Ricardo, Djalma e Italo (Ruben 78”)
Treinador – João Luís
Amarelos – Djalma 58”

Bragança – Ximena; Fernando Silva, Victor, Thiago e Pedrinha; Pires, Rui Nelson e Rui Borges; Josivan (Marco Mobil 11”), Toni (Luís Teixeira 71”) e Ezequiel
Treinador – Lopes da Silva
Amarelo – Pedrinha 33”

TRGM