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Complexo renasce das cinzas

Ter, 27/02/2007 - 10:29


Poucos anos após o encerramento total, o Complexo do Cachão foi revitalizado, gradualmente, pelas autarquias de Mirandela e Vila Flor, que constituíram a empresa AIN- Agro-industrial do Nordeste. Mesmo assim, as fábricas que estão a laborar empregam, apenas, cerca de 200 trabalhadores.
Segundo o director de serviços da AIN, Paulo Martins, actualmente, estão a laborar fábricas de transformação da castanha, azeitona, cereja, figo, lãs, uma unidade de queijo de cabra serrana e um lagar de azeite. Além disso, o complexo conta, ainda, com outras empresas de prestação de serviços, como é o caso de uma carpintaria, serralharia e tornearia, bem como a Associação de Apicultores da Terra Quente, um sector tradicional que está em franco crescimento.
Contudo, o responsável afirma que ainda falta revitalizar dois sectores fundamentais: os lacticínios e os horto-industriais, que ainda permanecem fechados.
“O problema são os processos em tribunal que impedem qualquer tipo de arrendamento. Temos conhecimentos que há empresas interessadas em investir no complexo do Cachão”, acrescentou Paulo Martins.
Actualmente, encontram-se a laborar 18 unidades de prestações de serviços e transformação de matérias-primas, que, por si só, não são suficientes para trazerem a vitalidade que o Cachão conheceu noutros tempos.