Cuidar da boca é cuidar dum jardim, ou de uma floresta…
A saúde oral exige uma mudança de paradigma: a boca tem de ser cuidada e acompanhada
Saúde é o estadio de completo bem estar físico, psíquico, social e espiritual, em conformidade com a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS)
PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR
No encontro desse equilíbrio harmonioso entre o corpo, a mente, a alma e aqueles que nos rodeiam e connosco interagem, está a chave que nos permite ter acesso a viver a vida na sua máxima plenitude.
Não podendo a saúde ser compartimentada, por vezes por comodidade ou por didatismo, somos impelidos a fazê-lo, pelo que hoje vamos refletir sobre “saúde oral “.
Sendo a cavidade oral detentora de uma semiologia riquíssima, para quem a souber examinar e interpretar, há que prestar a atenção devida a este verdadeiro espelho da nossa saúde geral. Acresce o facto de a boca ser uma fronteira entre o meio interno e o meio externo.
PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR
Cuidar da boca é cuidar dum jardim, ou de uma floresta, procurando manter a sua integridade autóctone contribuindo para a integridade do todo.
Assim sendo saúde oral exige uma mudança de paradigma: a boca tem de ser cuidada e acompanhada. E porque a boca não tem dono (e todos somos poucos para cuidar dela), esse acompanhamento exige uma vasta equipa adaptada a cada circunstância, de que se destacam: o próprio, os cuidadores, a equipa de medicina geral e familiar e a equipa de saúde oral.
Tal como refere o grande poeta Gabriel o pensador: “Não somos donos do mundo, mas somos filhos do dono, do verdadeiro patrão, do verdadeiro patrono.”
PUBLICIDADE











-1200x900.webp)