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	<title>Arquivo de Bragança - Nordeste</title>
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	<title>Arquivo de Bragança - Nordeste</title>
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		<title>Feira Agrícola de Bragança quer afirmar o território e unir tradição à inovação</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/22/feira-agricola-de-braganca-quer-afirmar-o-territorio-e-unir-tradicao-a-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Agrícola de Bragança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira edição da Feira Agrícola de Bragança vai decorrer entre 18 e 21 de junho, na Quinta da Trajinha, e pretende afirmar o concelho como território ligado ao setor agrícola, à inovação e aos produtos endógenos</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A primeira edição da Feira Agrícola de Bragança vai decorrer entre 18 e 21 de junho, na Quinta da Trajinha, e pretende afirmar o concelho como território ligado ao setor agrícola, à inovação e aos produtos endógenos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa, promovida pelo Município de Bragança, reunirá 88 expositores ligados aos setores agrícola e agroalimentar, maquinaria agrícola, investigação e tecnologia. O evento contará ainda com uma quinta pedagógica, atividades culturais, conferências temáticas e demonstrações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira, garante que a feira era “desejada” pela população e pelo território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Era algo que todo o território desejava porque se identifica com a temática do setor agrícola”, afirmou a autarca, sublinhando que o objetivo passa por dar visibilidade “àquilo que melhor temos”, nomeadamente “a castanha, o azeite, o mel e todos estes produtos tão únicos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Isabel Ferreira, o certame pretende também juntar diferentes componentes do setor agrícola, desde a tradição à modernização tecnológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando nós pensamos em feira de agricultura cabe muita coisa”, referiu. “Vai desde experimentar tosquear uma ovelha até procurar máquinas agrícolas de nova geração ou assistir a conferências ligadas à castanha, ao azeite, ao mel ou ao pão.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autarca considera que a feira pode funcionar como “uma montra” para os produtores e empresários locais, ajudando a criar oportunidades de negócio e a aumentar a riqueza gerada no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento vai contar com expositores de produtos regionais, maquinaria agrícola e uma quinta pedagógica destinada às famílias e crianças. Estão também previstas atividades recreativas e culturais, bem como uma chega de touros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente prevista para o Eixo Atlântico, a feira vai realizar-se na Quinta da Trajinha, espaço pertencente ao Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Isabel Ferreira explicou que a mudança surgiu devido às características do local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Eixo Atlântico é eminentemente urbano. A Quinta é urbana, mas tem características rurais. Temos espaço para todas estas dimensões”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente destacou ainda a ligação do espaço ao ensino profissional agrícola e revelou que o município pretende reforçar a colaboração com o IEFP para aproximar a formação profissional das necessidades do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A feira terá também uma componente tecnológica, através de uma Plataforma Digital Inteligente que permitirá aos visitantes acompanhar a programação em tempo real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vereador com os pelouros da Informática e Sistemas Inteligentes, Ambiente, Sustentabilidade e Energia, Ricardo Pinto, explicou que a aplicação pretende “interagir o visitante com aquilo que será a Feira Agrícola de Bragança”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ideia é que os visitantes tragam a feira consigo, no bolso através do telemóvel”, afirmou, acrescentando que os utilizadores poderão receber notificações sobre seminários, aulas da quinta pedagógica ou demonstrações a decorrer no recinto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre o investimento do evento, Isabel Ferreira disse que o valor ainda não está fechado, uma vez que o processo de contratação pública decorre. Ainda assim, garantiu que será “um investimento contido” face ao retorno esperado para o território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autarca adiantou também que, para já, o município não prevê recuperar a Norcastanha, considerando que a castanha “já tem o seu espaço” dentro da Feira Agrícola. Quanto à Norcaça, revelou que estão a decorrer reuniões com o setor cinegético para estudar um novo modelo associado às montarias realizadas nas freguesias do concelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escrito por Cindy Tomé / Rita Teixeira </p>
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		<title>Museu do Abade de Baçal assinala Dia Internacional dos Museus com antestreia de curta-metragem</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/17/museu-do-abade-de-bacal-assinala-dia-internacional-dos-museus-com-antestreia-de-curta-metragem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 23:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Antestreia]]></category>
		<category><![CDATA[curta - metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional dos Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Abade de Baçal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obra cinematográfica, produzida a partir de uma encomenda do museu e financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tinha como objetivo apresentar uma visão poética e intimista de Francisco Manuel Alves, conhecido como Abade de Baçal, uma das maiores figuras da cultura e património transmontanos.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Museu do Abade de Baçal assinalou, sábado, o Dia Internacional dos Museus com a antestreia da curta-metragem “Contar os passos, ouvir o vento – um retrato do Abade de Baçal”, realizada por Eduardo Brito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra cinematográfica, produzida a partir de uma encomenda do museu e financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tinha como objetivo apresentar uma visão poética e intimista de Francisco Manuel Alves, conhecido como Abade de Baçal, uma das maiores figuras da cultura e património transmontanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O realizador explicou que o objetivo do filme passou por comunicar e partilhar uma visão mais humana da figura homenageada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quis comunicar e partilhar o lado mais humano, menos sacerdotal, etnográfico, arqueólogo ou profissional, mas o lado de alguém que tinha um cuidado muito grande com aquilo que guardava, descrevia e registava, como contar os passos. Esse é um lado que me fascina muito”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Eduardo Brito, o documentário foi pensado como um espaço de encontro e reflexão coletiva, valorizando a experiência de ver cinema em comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que me interessava e interessa sempre nos filmes que escrevo e faço é criar unidades audiovisuais ou cinematográficas que são espaços de encontro. Ou seja, criar um debate sobre a cor da pena do pisco, para mim faz-me ganhar a semana. Porque, atualmente já não se debatem cor das penas do pisco transmontano, nem o uso da terminologia ruivo ou vermelho. Ou seja, este lado de entender os filmes, como lugares onde nos encontramos e falamos e partilhamos qualquer coisa. Estamos aqui num processo de grande comunhão, de crítica. Isto também é super importante, de não ver este filme em casa no computador, mas ver este filme numa tela em que estamos numa sala às escuras e vemos o filme todos juntos e depois temos coisas para falar. E ficamos felizes por isso”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência física do Abade de Baçal foi, de resto, uma das opções criativas da curta-metragem. Em vez de recorrer a um ator para representar a personagem, a equipa optou por construir a sua presença através de sons, objetos e ambientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todo o Abade é representado pela ausência. Pelo som dos passos, pela caneta que escreve, pela porta que abre. A presença do Abade é-nos dada por tudo o que está à volta”, explicou o realizador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do museu, Jorge da Costa, considerou que a escolha de Eduardo Brito para o projeto foi acertada e acredita que o filme terá um percurso de sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ficou claro pela sala cheia e pelas reações das pessoas que o filme vai ser um sucesso”, afirmou, destacando o retrato “extraordinário” e “muito completo” da figura do Abade de Baçal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jorge da Costa, esta curta-metragem representa também uma nova forma de aproximar públicos mais jovens do legado cultural e patrimonial do Nordeste Transmontano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O legado do Abade de Baçal é um legado vivo. Continuamos a descobri-lo e esta é mais uma extraordinária achega a essa figura”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da antestreia em Bragança, o filme deverá seguir agora para festivais e circuitos de curtas-metragens, regressando posteriormente à cidade para novas exibições públicas e integração na programação do museu.</p>
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		<title>Homem gravemente ferido apos ser atropelado por trator</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/17/homem-gravemente-ferido-apos-ser-atropelado-por-trator/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 13:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiros de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Trator]]></category>
		<category><![CDATA[Vítima]]></category>
		<category><![CDATA[Vmer de Bragança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem de 62 anos ficou gravemente ferido, esta tarde, após ser atropelado pelo próprio trator em Refega, concelho de Bragança </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um homem de 62 anos, ficou gravemente ferido, esta tarde, após ter sido atropelado pelo próprio trator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Bragança, Paulo Ferro, o atropelamento ocorreu numa terra agricola, na aldeia de Refega, concelho de Bragança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ferimentos identificados são um pneumotorax e traumatismo cranio encefálico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com Paulo Ferro, a “vítima deslocou-se pelos seus meios para o centro da aldeia onde pediu ajuda.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi assitido no local pelas equipas dos Bombeiros e da Vmer de Bragança, tendo seguido para as Urgências do Hospital de Bragança.</p>
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		<item>
		<title>Escola Crescer festeja 25 anos de existência com camisola comemorativa</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/16/escola-crescer-festeja-25-anos-de-existencia-com-camisola-comemorativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 17:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[25 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Futebol Crescer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Escola de Futebol Crescer celebrou, sexta-feira 25 anos de existência. Para o Presidente da Direção, Aristides Gomes, este marco é fruto de “muito esforço” e “dedicação”, em “formar crianças para o futebol e para o futuro.” A data fica ainda marcada com a criação de uma camisola, da marca desportiva adidas, fruto de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Escola de Futebol Crescer celebrou, sexta-feira 25 anos de existência. Para o Presidente da Direção, Aristides Gomes, este marco é fruto de “muito esforço” e “dedicação”, em “formar crianças para o futebol e para o futuro.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A data fica ainda marcada com a criação de uma camisola, da marca desportiva adidas, fruto de um desafio lançado pela escola e que já pode ser adquirida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Lançámos o desafio que a marca, através de um esboço de uma camisola diferente para esta data, criasse essa camisola comemorativa. Porque 25 anos é um quarto de século e é uma data que merece ser registada. Já foi colocada à venda, quem quiser encomendar já o pode fazer, e a intenção é vendê-las e que as pessoas desfrutem também”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num balanço destes 25 anos, Aristides Gomes, destacou que existem alguns desafios, nomeadamente financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há sempre dificuldades porque estamos num distrito com grande dimensão, em termos geográficos. Temos dificuldades de deslocação, agora por exemplo não há deslocações a Freixo, mas quando íamos até lá eram 180 kms e uma estrada pouco razoável, e claro, quanto maior for a distância percorremos mais custos temos”, disse salientando o apoio que recebem das entidades e dos pais das crianças. “Entre todos tentamos dinamizar ao máximo a escola de futebol a crescer.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma situação que se agrava quando os jogos contam para os escalões nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O facto de irmos ao Nacional cresce muito os custos, porque nós neste momento temos duas equipas no Nacional, uma Sub-14 e uma de Juvenis. Duas equipas que jogam fora, quase todas no distrito do Porto, Braga, e uma em Vila Real, quer dizer, todos os fins de semana temos de ter transportes disponíveis para essas deslocações, pagar alimentação aos nossos jogadores. Uma coisa é pagar aqui em Bragança, que temos custos ligeiramente inferiores, em termos de alimentação, outra coisa é nessas zonas, onde o custo em termos de refeições e a logística é maior.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado sobre o futuro da escola de futebol, Aristides Gomes deseja “apenas” mais 25 anos “nesta dinâmica e evolução.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Até à data, temos tentado fazer o melhor possível. Apesar de erros que se vão cometendo, o objetivo é continuar a formar miúdos para a vida, além do futebol. E uma das coisas que eu sempre prezei é: o desporto faz bem, tira os miúdos de computadores e telemóveis, acho que é a melhor coisa que pode existir. E os pais encarregados de educação devem apoiar isso, independentemente de ser no Grupo Desportivo do Bragança, que seja na Escola Crescer ou noutro clube.  Devemos fomentar o desporto”, rematou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Escola de Futebol Crescer, nasceu em 2000, tendo conseguido apenas reconhecimento legal a 15 de maio de 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente a escola é composta por escalões que vão dos sub-7, que são os petits, aos sub-19.</p>
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		<item>
		<title>Helicóptero do INEM não vai sair de Macedo de Cavaleiros garante Ministério da Saúde</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/15/helicoptero-do-inem-nao-vai-sair-de-macedo-de-cavaleiros-garante-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 14:29:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Macedo de Cavaleiros]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[helicóptero]]></category>
		<category><![CDATA[INEM]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comunicado, o ministério da saúde garante que o helicóptero “estacionado em Macedo de Cavaleiros não vai ser deslocalizado” e que as população “não vão deixar de ter acesso a este meio.”</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalnordeste.com/2026/05/15/helicoptero-do-inem-nao-vai-sair-de-macedo-de-cavaleiros-garante-ministerio-da-saude/">Helicóptero do INEM não vai sair de Macedo de Cavaleiros garante Ministério da Saúde</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalnordeste.com">Nordeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, o ministério da saúde garante que o helicóptero “estacionado em Macedo de Cavaleiros não vai ser deslocalizado” e que a população “não vão deixar de ter acesso a este meio.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesmo nota, o ministério da saúde, aponta que as informações que circulam sobre a retirada deste meio de socorro “são falsas e de extrema gravidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, a tutela não esclarece se após 2030, altura em que o contrato com a empresa GulfMed termina, se o transporte aéreo de emergência médica se vai manter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comunicado surge após várias moções aprovadas por municípios do distrito de Bragança e uma petição online contra a possível retirada do helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros. Em causa está a reorganização do serviço de emergência médica, depois da Ministra da Saúde admitir que o meio aéreo poderá ser retirado do distrito e passar a operar a partir do Hospital de São João, no Porto.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalnordeste.com/2026/05/15/helicoptero-do-inem-nao-vai-sair-de-macedo-de-cavaleiros-garante-ministerio-da-saude/">Helicóptero do INEM não vai sair de Macedo de Cavaleiros garante Ministério da Saúde</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalnordeste.com">Nordeste</a>.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Nós vamos para o terreno para prevenir, não vamos para o terreno para multar. Não é esse o objetivo&#8221;</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/13/nos-vamos-para-o-terreno-para-prevenir-nao-vamos-para-o-terreno-para-multar-nao-e-esse-o-objetivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 10:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Comandante]]></category>
		<category><![CDATA[Comando territorial de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista ao Jornal Nordeste, o comandante fez um balanço destes três anos à frente do comando de Bragança, destacando o trabalho junto da comunidade local, nomeadamente dos mais velhos com o projeto e-guard sublinhando ainda que o papel da GNR é de  prevenir e servir a população. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalnordeste.com/2026/05/13/nos-vamos-para-o-terreno-para-prevenir-nao-vamos-para-o-terreno-para-multar-nao-e-esse-o-objetivo/">&#8220;Nós vamos para o terreno para prevenir, não vamos para o terreno para multar. Não é esse o objetivo&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalnordeste.com">Nordeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao Jornal Nordeste, o comandante fez um balanço destes três anos à frente do comando de Bragança, destacando o trabalho junto da comunidade local, nomeadamente dos mais velhos com o projeto e-guard sublinhando ainda que o papel da GNR é de prevenir e servir a população.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jornal Nordeste (JN): </strong>Tomou posse, enquanto comandante, há três anos, que balanço faz?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>António Lobo de Carvalho</strong><strong> (ALC)</strong>: Eu posso dizer que tem sido muito positiva a atuação e nós vemos isso não só pelos indicadores formais da criminalidade, as estatísticas, mas também pela percepção que colhemos junto da população que servimos. A Guarda Nacional Republicana está implantada no distrito de Bragança nos 12 municípios, nos 9 concelhos. São cerca de 650 militares,&nbsp; com o corpo de militares e funcionários civis e civis também, os guardas florestais. Temos esta grande proximidade junto das comunidades. A perceção que temos é de facto muito positiva. Obrigamo-nos a crescer em algumas áreas fundamentais que, enfim, foram orientadas pela estratégia definida pelo Comandante Territorial, neste caso eu, e que depois, como disse, foram materializadas na criação de estruturas, na implementação de procedimentos. Por isso, relativamente ao que me perguntou, a visão é muito positiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN: </strong>Em entrevista à Rádio Brigantia e ao Jornal Nordeste, o comandante da PSP, relatou alguma falta de efetivo, ou pelo menos envelhecimento do efetivo.&nbsp; Aqui no comando da GNR, sente-se a mesma coisa ?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: Nós não temos essa percepção no conjunto de militares e civis que trabalham nesta unidade. Basta ver que, relativamente aos militares que têm funções de comando, de chefia, de coordenação, são também caracterizados pela sua jovialidade. É claro que nós, no nosso corpo, temos integrado também militares já que estão muito próximos da idade da reserva, mas o somatório de todos estes militares dá-nos uma perspetiva de que temos militares na sua essência, jovens, que têm muito tempo ainda para permanecer ao serviço da comunidade, ao serviço da GNR.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: A nível logístico também sentem que o comando está bem servido ?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: Sim, repare, esta ideia de organização de comando territorial com esta dispersão territorial na quinta maior área geográfica do país, devolve à instituição GNR alguma responsabilidade no que tange, por exemplo, ao edificado, às características do edificado, das instalações policiais e depois aos demais conjuntos de equipamentos que integram a atividade policial. O que eu devo dizer é que nós temos instalações policiais que têm vindo a ser paulatinamente renovadas, eu destaco as instalações, as últimas que foram inauguradas, foi precisamente o Posto Territorial de Vimioso. Uma obra que foi materializada ao abrigo da Lei de Programação de Infraestruturas, num contrato interadministrativo entre o Ministério da Administração Interna e a Câmara Municipal de Vimioso. Recordo que estamos numa fase muito avançada de reestruturação total do Posto Territorial de Carrezeda de Ansiães, é um posto que também está a ser reconstruído de raiz, ao abrigo do mesmo procedimento, e depois temos processos que estão a avançar para resultarem também numa transformação total das infraestruturas, nomeadamente posto territorial de Vinhais, de Rebordelo, portanto este já numa fase mais avançada.&nbsp; Eu conto que, em breve,se poderá avançar para a contratação pública e para a realização das obras. O posto territorial, por exemplo, da Alfândega da Fé já está sinalizado numa parceria permanente com a autarquia,&nbsp; para intervenção de infraestruturas. E depois lembrar ainda o posto territorial de Argozelo, que pertencendo ao concelho de Vimioso, se encontra também identificado para uma intervenção, para a indicação de uma nova instalação, que será algo que está como proposta, uma escola que vai ser requalificada para instalações especiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dizer ainda que estamos, neste momento, numa fase em que vamos passar para o anúncio das candidaturas de empresas a fim de realizarem empreitadas, ao abrigo de um acordo recente entre as autarquias e a Secretaria de Estado da Administração Interna para a consignação de intervenção em instalações policiais, até um valor que foi considerado o meio milhão de euros. Vamos beneficiar dessas verbas para o município de Torre de Moncorvo, para o município de Mirandela e para o município de Miranda do Douro. Isto vai nos permitir fazer intervenções de melhoria da qualidade daquelas instalações policiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, dizer também que o próprio edifício onde nós nos encontramos esteve, este ano, teve também uma requalificação no valor de cerca de 300 mil euros. Foi uma intervenção importantíssima porque nos permite hoje usufruir de um conforto que antes nós não conseguíamos atingir esse patamar. Permitindo que todos os militares que aqui trabalham, são mais de 200, possam usufruir e beneficiar deste conforto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falamos dos equipamentos. Tivemos um bom investimento no nosso destacamento de trânsito, que está focado exclusivamente na dimensão rodoviária e em todos os eixos rodoviários mais importantes aqui do distrito. Portanto, já viaturas com novas caracterizações, intercessão, novas viaturas descaracterizadas para intercessão e proteção da velocidade. Essas vocês não vão ver porque essas estão naturalmente a coberto de alguns sigilos. E depois as viaturas que nós temos destinadas ao serviço policial dos postos territoriais, um serviço que caracteriza a essência da Guarda. Digamos que o verdadeiro core business da instituição radica precisamente aqui, no&nbsp; serviço policial dos postos territoriais. Tivemos também as nossas equipas de proteção da natureza que receberam também novas viaturas, motociclos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fomos dotados também recentemente com mais um meio náutico, porque o distrito de Bragança encerra em si uma beleza extraordinária, eu diria única. Tem muitos locais que são santuários únicos, absolutos, da natureza. E estão a ser descobertos, aos bocadinhos. Os Lagos do Sabor, por exemplo, com 70 km de área navegável, uma área a ser explorada e que convenhamos, a percepção, pelo menos em termos de visão securitária do terreno, do território, nós sabemos que o futuro vai fazer com que muitas pessoas venham cá visitar e usufruir deste espaço, infraestruturas que vão ser construídas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Esse meio náutico, serve, sobretudo, para prevenir? Porque pessoas que olham para o território de Trás-os-Montes acreditam que um meio naútico não seja necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong> : A Guarda Nacional Republicana atua enquanto órgão de polícia criminal, prevenir e reprimir o crime, a criminalidade, e, neste caso, a criminalidade ambiental. São as nossas equipas de proteção da natureza, porque não se trata só dos lagos de sabor, temos o Rio Douro, temos o Lago do Tua, temos o novo paradigma do Tua, temos o Azibo, por exemplo, e tudo isto confere esta responsabilidade acrescida à Guarda enquanto Polícia Nacional Ambiental. Mas também somos obrigados a intervir numa lógica de policiamento natural para outro tipo de incivilidades e outro tipo de utilizações deste tipo de espaço. Veja que não será de desprezar esta ideia, nem tampouco negar a evidência de que daqui a poucos anos vamos ter, por exemplo, um aproveitamento destes lagos, por exemplo o Sabor, para atividades náuticas, &nbsp;de recreio. E nós temos que lá estar. Ou seja, nós antecipamos. A visão estratégica que possuímos permite-nos trabalhar para que quando esses momentos chegarem, a Guarda já lá está, precisamente a zelar e a cuidar do espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>:&nbsp; Estamos numa região vasta e, recentemente, o Ministro da Administração Interna falou na reativação da brigada de trânsito. No nosso território faz sentido a implementação desta brigada?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: Reportando-me ao que foi anunciado, a verdadeira mudança de paradigma vai ser no plano do comando e controle da força, o que vai permitir melhorias significativas na condução das operações e na alocação destes meios, que deixam de ter uma visão regional para ter uma visão nacional. Digo isto porque o O Comando Territorial de Bragança tem em si a constituição de um destacamento de trânsito. É uma subunidade de escalão que está única e exclusivamente vocacionada para o trânsito. Portanto, isso não vai mudar. A lógica de paradigma é que, não ficando sobre o comando e controle de um comandante regional, que é o meu caso, passará a atuar numa lógica nacional. Eu creio que vamos ter ganhos significativos. Dizer que a performance e o trabalho que tem vindo a ser realizado, por esta estrutura, no distrito de Bragança tem tido resultados muito positivos. Nós atuamos, em permanência, nos principais eixos rodoviários, na A4, na autoestrada que liga o Porto até Quintanilha,&nbsp; no IP2, um itinerário importantíssimo que faz uma ligação transversal até à Cidade da Guarda e que vai ligar à A4 depois ao IC5. Outro itinerário importantíssimo que faz a ligação na A4, do Alto do Pópulo, até quase, Duas Igrejas,&nbsp; muito perto da fronteira de Miranda do Douro. São áreas rodoviárias onde nós atuamos com muita com muita regularidade, porque, deixe-me dar nota disto, nós temos que acompanhar a sociedade que servimos e as suas mutações. Repara que, pelo simples facto de a&nbsp; A4 não ser portagiada, neste momento, até ao tunel do Marão, resultou num aumento significativo dos carros, e acima de tudo dos transportes de mercadorias, transportes internacionais de mercadorias, por exemplo. Isso obriga-nos, enquanto força, a estar preparados, porque nós temos que evitar a sinistralidade. Portanto, nós vamos para o terreno para prevenir, não vamos para o terreno para multar. Não é esse o objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Ainda existe muito esse estigma?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: Existe esse estigma, eu acho que irá continuar a existir, mas veja o seguinte, o distrito de Bragança é um espaço seguro e é seguro porque as forças vivas da região garantem essa segurança e as forças policiais têm um papel fundamental. Como disse, essa é a nossa estratégia. Nós estamos no terreno para prevenir as incivilidades. Note estarmos tão perto aqui à fronteira, e já agora aproveitando a deixa, e porque estamos a falar do trânsito, dizer que nós temos uma grande ligação com as forças da Guarda Civil do Reino de Espanha. Para que o território seja seguro, isto implica que muitas vezes, em ações combinadas, ou seja, uma atuação conjunta entre forças da GNR e da Guarda Civil, nós façamos operações de visibilidade. Portanto, não é fora do normal que um cidadão qualquer que passe aqui pelo território, que de passagem pelo distrito de Bragança, e que pretende ir para outro país da Europa, veja operações de fiscalização de trânsito e tenha os seus militares da GNR e do tráfico da Guarda Civil. Esta imagem, esta articulação, confere também esta visão de segurança, este sentimento de segurança às populações. Isto é muito importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Falou precisamente da criminalidade, e apesar de sermos um dos distritos mais seguros, não posso deixar de destacar que o RASI 2025 revelou que a criminalidade aumentou na região. Muitas dessas ocorrências estão ligadas a que tipos de crimes?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: Vou-me apoiar em alguns dados, sem entrar numa análise mais fina das estatísticas. É verdade que o Relatório Anual de Segurança Interna evidenciou um aumento da criminalidade participada no distrito de Bragança, mas essa evolução deve ser analisada com prudência e enquadrada no contexto que vivemos. O distrito tem apresentado, de forma consistente, níveis de criminalidade estruturalmente baixos no contexto nacional. Isso faz com que pequenas variações absolutas se traduzam em aumentos percentuais mais expressivos, sem que isso represente uma deterioração do sentimento de segurança das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se analisarmos a criminalidade numa perspetiva proporcional, por habitante, vemos que Bragança continua a ser um dos distritos mais seguros do país. Este pequeno aumento não resulta de um crescimento da criminalidade grave ou violenta, que se mantém em níveis reduzidos e estáveis. O acréscimo incide sobretudo em crimes de menor gravidade e, em muitos casos, reflete a capacidade de deteção, fiscalização e atuação proativa das forças de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, os territórios do interior, de menor densidade e com grande extensão territorial, permitem o surgimento de alguns fenómenos criminais transversais. Temos, por exemplo, um aumento significativo de burlas informáticas ligadas à utilização de redes sociais, plataformas de comunicação e compras eletrónicas. Existem também ilícitos associados à mobilidade e às dinâmicas próprias das regiões de fronteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O distrito de Bragança é a única região do país com fronteira a norte e a este com Espanha, ao longo de cerca de 240 quilómetros. As comunidades de fronteira não reconhecem a fronteira como barreira física; há uma circulação constante de pessoas e atividade económica, o que também gera algum tipo de criminalidade típica destas regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, trabalhamos em estreita articulação com três comandancias: a Guarda Civil e com forças de Castilla y León e de Orense, através das comandâncias de Orense, Zamora e Salamanca. Há partilha permanente de informação criminal, coordenação de operações e planeamento conjunto de investigações. Muito deste trabalho permanece invisível, e esta entrevista é também uma oportunidade para mostrar a forma como trabalhamos e o que fazemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Apesar de ter identificado algumas das criminalidades transversais que vão ocorrendo, recordo-me, tem ocorrido uma vaga de furtos, nomeadamente ali na zona de Vimioso e, se não estou em erro, o RASI também destacava essa criminalidade como uma das maiores ocorrências. Além dos assaltados, na zona de Macedo Cavaleiros, a várias casas de imigrantes. Que atitudes preventivas podem as pessoas ter?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: Sim, é verdade. Quando falamos de prevenção, falamos de atuar antes do crime acontecer. Sabemos como o crime ocorre, definimos formas de atuação e tentamos dificultar a ação dos delinquentes. Há uma coisa certa: onde está um veículo da Guarda em patrulhamento, nesses momentos o crime não acontece. Normalmente surge em espaços mais isolados, despovoados e sem presença humana significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fazemos é trabalhar com as equipas de policiamento comunitário, vocacionadas para grupos vulneráveis e situações concretas de criminalidade. Vamos junto da comunidade, alertamos, aconselhamos e interagimos de forma pedagógica. Visitamos aldeias, falamos com as pessoas, presidentes de junta e associações, mantendo um contacto permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das comunidades emigrantes, que têm cá os seus bens e habitações, é importante haver também atenção por parte da vizinhança residente, para perceber alterações ou movimentos suspeitos. Já aconteceu, por exemplo em agosto, quando muitos emigrantes regressam, encontrarem as casas assaltadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falou do concelho de Vimioso, um território mais isolado e despovoado, mas mesmo aí, se houver uma vizinhança atenta, conseguimos fazer deteção precoce. Muitos grupos criminosos detidos resultaram precisamente de relatos da comunidade. No caso de Macedo de Cavaleiros, por exemplo, houve uma investigação criminal após vários assaltos a residências, que permitiu desmantelar o grupo responsável, que não atuava apenas nesta região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta criminalidade oportunista gera insegurança nas populações, mas a resposta da Guarda tem sido eficaz, sustentada num forte trabalho de investigação e em decisões judiciais preventivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Falou precisamente da atuação perto da comunidade, o e-Guard é um projeto implementado pela Guarda Nacional Republicana que aproxima a GNR dos idosos. Sentem que há menos ocorrências ou pelo menos há ocorrências, mas são detetadas a tempo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: O projeto e-Guard integra a estratégia do Ministério da Administração Interna no âmbito do trabalho que é desenvolvido pelas forças policiais junto das comunidades das pessoas mais idosas. Já tem uma dimensão de estratégia nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">o e-Guarda não nasce sozinho, ele nasce em paralelo com o desenvolvimento de outras estruturas. Por exemplo, neste momento, fizemos ampliação dessa estrutura. A equipa que está situada no destacamento arquitetural de Bragança, por conseguinte na cidade, tem a jurisdição em Bragança, Macedo Cavaleiros, Vinhais, Izeda, por exemplo, é uma área vastíssima. O que nós fizemos, com base em dados científicos, foi provar pela necessidade de ampliar estas estruturas. Por isso, neste momento, quase todos os concelhos têm uma equipa, com dois militares, nos postos territoriais que só trabalham&nbsp; esta dimensão. São como que um prolongamento desta equipa que antes estava centralizada em Bragança, Miranda do Douro, Mirandela e Torre de Mocorro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este projeto, começou há já algum tempo, e já se está a traduzir em resultados. Estas equipas m local estão junto das autarquias, das instituições, das organizações não-governamentais, ou seja, estão junto daqueles que tenham responsabilidades também nestas matérias. As sinergias vão-se melhorando, as pessoas vão-se conhecendo e os resultados vão aparecer. As próprias autarquias, movidas por esta vontade, contratualizaram com a Guarda Nacional Republicana, por exemplo, uma viatura policial em contrato de comodato, portanto, é uma viatura que é propriedade da autarquia e que é cedida às equipas da GNR para o exercício deste trabalho. Aconteceu em Mogadouro, estamos neste momento a trabalhar com Alfândegada Fé e há outros municípios que paulatinamente vão também aderindo a esta vontade de fazer mais e melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema e-Guarda não vai substituir respostas sociais que existem nos municípios, mas vai trazer algo que diferenciador. Trata-se de um equipamento que é distribuído a um cidadão que tem que integrar o perfil do utilizador, porque não é para qualquer um. É precisamente para aquelas situações onde a vulnerabilidade é maior, onde o isolamento é maior, onde a dependência é maior, onde as dificuldades são maiores. Esse equipamento permite ter uma alarmística, ou seja, acontecendo um incidente, o alarme é imediatamente acionado e atendido no nosso centro de comando e controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós temos uma sala de situação, é um centro de comando e controle que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, que faz a gestão operacional de todas as capacidades do distrito, e quando o alarme deste equipamento é acionado, o meio policial é imediatamente alocado à ocorrência. O que nos permite, através da aplicação do eGuarda, saber quem é o utilizador, saber quem são os pontos de contacto e deslocar imediatamente a resposta. Por outro lado, é um equipamento que funciona como um telemóvel. Apenas dá para fazer a ligação entre o equipamento e o operador da nossa sala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Basta que haja uma única situação em que a vida do cidadão tenha sido preservada pela utilização deste equipamento e a resposta, só por aí o investimento já valeu a pena. E isso já aconteceu aqui em Bragança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Quantos casos mais ou menos é que estão reportados nessa situação?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: Nós temos todos os dias, vamos tendo sinalizações. Tivemos recentemente uma cidadã que se sentiu mal numa zona muito afastada do território e foi precisamente a locação do meio operacional juntamente com a emergência que fez com que essa cidadã fosse para o hospital e fosse ajudada. Temos tido alguns. Estes mais graves, felizmente não temos com essa dimensão, mas devo lhe dizer que o resultado é muito positivo e nós queremos continuar a ampliar. Dos 12 municípios, temos cerca de seis que aderiram, num total de 82 equipamentos, neste momento. As outras autarquias, estão também igualmente interessadas e estamos a caminhar com eles também para a implementação desta resposta, que eu devo dizer, fico muito contente, como comandante, em termos tido a capacidade de liderar esta iniciativa no distrito e colocá-la em bom uso do cidadão e da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Também estamos numa altura que se aproxima,cada vez mais, que é época de incêndios, onde tanto bombeiros, PSP, guarda e CNF, se uném. A GNR já começou também com a fiscalização à limpeza dos terrenos, existem postos de vigia na região. Pergunto-lhe: esses postos têm surtido efeito? Trabalham anualmente? Sentem que nesta altura os cuidados da GNR são redobrados relativamente a estas situações de incêndios?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong> : Nós começamos a trabalhar esta realidade dos incêndios rurais e da vigilância do espaço da floresta logo no início do ano. Portanto, formalmente dá-se início às fases que o planeamento operacional determina. Mas é um trabalho que a Guarda Nacional Republicana faz desde o início do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os postos de vigia, temos uma rede perfeitamente implantada no território. Fizemos a abertura, portanto, ao dia de hoje, dos cinco postos que constituem a rede inicial que é ativada. Quando entramos noutra fase do ano ficamos com a rede totalmente implementada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, em termos de vigilância do território, temos as três câmaras do conjunto do sistema Ciclope Vigilância do espaço florestal, que vai ser ampliado. Das três câmaras vamos passar para 19, com aquisição de 16 equipamentos que também vão estar colocados no território em todo o distrito. O que vai permitir uma cobertura cerca de 80% de todo o território em termos de bacias de visibilidade. E tudo isto associado à estratégia da Guarda Nacional Republicana de vigilância do espaço rural. Porque é precisamente à Guarda Nacional Republicana que compete esta tarefa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Guarda Nacional Republicana é a responsável por todas estas ações de vigilância do espaço rural e tem que se coordenar com todas as outras estruturas que constituem um sistema. Posso dizer que nas Terras Altas, aqui o distrito de Bragança, as forças que integram este sistema caracterizam-se pela sua grande organização, pela maturidade do planeamento operacional e pela estratégia que aqui é conduzida, o que tem, de facto, sido também reconhecido pelas estruturas como um bom exemplo para o trabalho que é feito nestas áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dizer-lhe ainda que é de notar todo o trabalho que as outras estruturas fazem, portanto, o ICNF, as equipas locais das próprias autarquias, as equipas já profissionalizadas dos bombeiros. Todo este sistema, eu devo dizer que nas terras de Trás-os-Montes, estão muito bem aliadas e estão muito bem entrosadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os incêndios de 2025 demonstraram que nós não podemos fazer frente à força da natureza, porque chega uma altura em que os próprios meios não permitem o combate eficaz, mas o apoio às populações, a antecipação do perigo esteve sempre garantido. E devo dizer que são estes casos de sucesso que devem refletir uma visão muito positiva, de muita segurança e que a comunidade pode acreditar e pode contar com as forças que integram o sistema e neste caso com a Guarda Nacional Republicana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JN</strong>: Essa é a mensagem que deixa à população, que a Guarda não é só para os momentos maus, a guarda também pode ser muito mais que isso?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ALC</strong>: A guarda é sempre mais que isso, repare. O que é que justifica a nossa existência? O que é que nos move? Porquê é que nós estamos aqui? O que é que nós somos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós não somos uma organização. Nós somos uma instituição. As instituições juram a bandeira. Nós honramos este compromisso. E ao jurarmos a bandeira, ao assumirmos este compromisso, nós estamos junto da comunidade. O que justifica esta transcendência que nos ultrapassa, a cada um de nós como militares, como soldados, como polícias, é precisamente esta: nós movemos por este sentimento de serviço. Nós estamos cá para servir. Eu fico muito contente como comandante, quando, por exemplo, durante os incêndios do ano passado, os militares, movidos, precisamente, por estes valores, por esta crença, por esta forma de estar, se apresentaram no posto de comando. Estavam de férias mas diziam que queriam estar aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, são estas coisas que marcam a diferença, que marcam este conjunto de militares e civis que trabalham no distrito de Bragança. Por isso, a população contará sempre com a sua guarda. Nós somos a guarda, a guarda das pessoas.</p>
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		<title>5ª Meia Maratona das Cantarinhas com recorde de mais de quatro mil inscritos</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/08/5a-meia-maratona-das-cantarinhas-com-recorde-de-mais-de-quatro-mil-inscritos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Meia Maratona das Cantarinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde de inscritos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quinta edição da Meia Maratona das Cantarinhas, que acontece no domingo, em Bragança, vai contar com mais de quatro mil participantes. Este é o maior número de inscritos de sempre. &#160; Adélia Sendas, presidente do Ginásio Clube de Bragança, que organiza a prova,&#160;diz-se muito satisfeita por este acréscimo de mais de mil atletas. “As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A quinta edição da Meia Maratona das Cantarinhas, que acontece no domingo, em Bragança, vai contar com mais de quatro mil participantes. Este é o maior número de inscritos de sempre. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adélia Sendas, presidente do Ginásio Clube de Bragança, que organiza a prova,&nbsp;diz-se muito satisfeita por este acréscimo de mais de mil atletas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As inscrições correram muito bem, superaram de longe qualquer das nossas expectativas. No ano passado encerrámos com 3.040 inscritos. Achámos que isso já era um número fantástico para a cidade de Bragança e para esta prova. Os números eram muito bons, mas anossa melhor expectativa seria atingi-los. Nunca imaginámos conseguir chegar aos 4.070. Que é aquele número que está efetivamente encerrado desde o dia 1. E desde então para cá aquilo que tem acontecido é que temos sido abordados para inscrever mais pessoas, é óbvio que não é possível desde o momento em que terminaram as inscrições, o que quer dizer que realmente as inscrições foram um sucesso”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prova tem vindo a crescer de ano para ano, sobretudo em termos de participantes. Os atletas vêm de várias partes do país e até de Espanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Realmente temos inscritos do país todo, de Bragança ao Algarve, temos inscritos do Algarve, Espanha, pronto, já é habitual não termos uns números tão grandes quanto as nossas participações lá, porque eles estão um bocadinho mais metidos em casa. No entanto,continuamos a ter alguns participantes espanhóis. O crescimento realmente maior foi de portugueses e distritos fora do nosso, para além de Bragança.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025 a prova alcançou um recorde de 3031 inscritos. Este ano são 4070.&nbsp; A prova conta com uma corrida de 21 quilómetros, outra de 10 e outra de 5. Há ainda corridas jovens e caminhada.</p>
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		<title>Museu da Língua em Bragança em pausa: Autarca diz que ainda não há prazos para retomar a obra</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/08/museu-da-lingua-em-braganca-em-pausa-autarca-diz-que-ainda-nao-ha-prazos-para-retomar-a-obra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Língua]]></category>
		<category><![CDATA[Obra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidente da Câmara de Bragança divulgou, na última Assembleia Municipal, o ponto de situação do Museu da Língua Portuguesa. A autarca Isabel Ferreira voltou a relembrar que o Museu da Língua é um dos dossiers “complexos” que encontrou no município, com uma “taxa de execução da obra mínima e em total incumprimento do contrato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A presidente da Câmara de Bragança divulgou, na última Assembleia Municipal, o ponto de situação do Museu da Língua Portuguesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autarca Isabel Ferreira voltou a relembrar que o Museu da Língua é um dos dossiers “complexos” que encontrou no município, com uma “taxa de execução da obra mínima e em total incumprimento do contrato que estava aprovado e com total incapacidade de o cumprir”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em declarações ao Jornal Nordeste adiantou que “há um processo de revogação de todos os compromissos contratuais e de aplicação de penalizações e, portanto, também processos que decorrem em tribunal, para termos novamente posse administrativa da obra do Museu da Língua, porque está na fase final. Ou seja, emitimos agora a notificação de resolução do contrato”, partilhou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o empreiteiro reclamar cerca de 5 milhões de euros ao município, Isabel Ferreira explicou que “a taxa de execução financeira e física era reduzidíssima. Portanto, não há nada que possa ser reivindicado”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada se esta pausa nos trabalhos poderá colocar em causa a segurança da obra, a autarca descarta essa hipótese. “A Câmara Municipal de Bragança está a acompanhar todo esse processo para que não haja aqui nenhuma questão em termos de segurança”, afirmou. Mas garantiu que “há lá muitas coisas que foram mal feitas já durante a obra e que depois foram corrigidas e outras que permanecem mal feitas. De acordo com o projeto de execução”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os prazos para a obra retomar, a presidente não avançou datas por não depender de si, mas sim do tribunal. No entanto, assegura que quando for possível e existirem condições legais, será lançado um novo concurso, se assim for, esta será a quarta vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recorde-se que o Museu da Língua Portuguesa começou a ser construído em 2021 e está a menos de 30% de execução. A obra que inicialmente custava nove milhões de euros, ultrapassa agora os 16 milhões.</p>
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		<title>Centro de Inspeção em Bragança é alvo de buscas da PJ</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/07/centro-de-inspecao-em-braganca-e-alvo-de-buscas-da-pj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Inspeção]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Criminalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[PJ]]></category>
		<category><![CDATA[PJ Vila Real]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Judiciária suspeita de falsidade informática, falsificação de documentos, abuso de poder, corrupção passiva e ativa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Judiciária realizou uma operação no distrito de Bragança para investigar suspeitas de corrupção e fraude em centros de inspeção automóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Rádio Brigantia e o Jornal Nordeste obtiveram a informação de que a PJ esteve, pelo menos, na Cental &#8211; Centro Técnico de Inspeções, em Bragança. Para já, desconhecesse em que outros centros tenha estado. Contudo, neste centro terá apreendido telemóveis, entre outros elementos, a alguns funcionários.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, conduzida pelo Departamento de Investigação Criminal de Vila Real, aponta para um alegado esquema que permitia a aprovação de veículos com deficiências, sem o cumprimento das inspeções obrigatórias, em troca de vantagens patrimoniais e outros benefícios entregues pelos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As autoridades investigam crimes de falsidade informática, falsificação de documentos, abuso de poder, corrupção passiva e corrupção ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a operação foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e constituídos vários arguidos. A PJ apreendeu ainda uma quantia elevada em dinheiro e recolheu diversos elementos de prova considerados relevantes para o inquérito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação prossegue sob direção do DIAP Regional do Porto, que pretende apurar todas as responsabilidades envolvidas no caso. suspeitas da prática dos crimes de falsidade informática, falsificação de documentos, abuso de poder, corrupção passiva e corrupção ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Iniciativa Liberal critica colocação de videovigilância em Bragança</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/07/iniciativa-liberal-critica-colocacao-de-videovigilancia-em-braganca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 08:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Critica]]></category>
		<category><![CDATA[IL]]></category>
		<category><![CDATA[videovigilância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IL promete lutar contra medida do município</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa liberal diz estar “perplexa” e contra a colocação de Câmaras de Videovigilância na cidade de Bragança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o coordenador da IL do distrito, Nuno Fernandes, esta iniciativa não tem fundamento e limita a liberdade da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como é que alguém pode, num país europeu, pensar em colocar câmaras de videovigilância pela cidade toda sem pensar nos perigos que isto tem?&#8221;, questionou, acrescentando que &#8220;estamos numa era da inteligência artificial, a manipulação de dados e de imagens é uma coisa que, de certeza, não passou pela cabeça de quem pensou nisto.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o responsável distrital do partido, as estatísticas indicam Bragança como &#8220;uma das cidades mais seguras do país&#8221; e por isso não entende como esta medida pode ajudar no real problema que, segundo Nuno Fernandes, existe na cidade. &#8220;Acho que estamos a pegar no problema pelo lado contrário. O nosso principal problema são atropelamentos. Nós somos contra a instalação de câmaras porque isto não tem justificação prática nenhuma&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O responsável da Iniciativa Liberal, refere que, para a IL, o mais importante agora é reduzir os atropelamentos na cidade, e defende que a videovigilância não é a solução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não será mais fácil melhorarmos a iluminação nas passadeiras para reduzirmos os atropelamentos? Não será melhor pensarmos como é que estão feitas as nossas vias, porque o grande problema da cidade é a forma como as vias foram feitas e levam a que haja tantos atropelamentos? Se calhar é preciso um investimento maior. E talvez seja pelo facto de ser necessário um investimento maior que nos estejam a deitar areia para os olhos com a implantação de câmaras de videovigilância, sob a justificação de que vão existir menos atropelamentos  ou que vão ter menos acidentes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nuno Fernandes afirma que a IL tudo fara para lutar contra esta medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sinceramente, nós vamos lutar com todas as nossas forças para que isto não seja implementado, porque achamos que isto é um ataque à liberdade individual, achamos que isto é demasiado grave para ser sequer pensado, quanto mais implementado. Não é questão de quem não deve não teme. Agora, acho que há portas que não se devem abrir e esta, é uma porta demasiado perigosa para se abrir. Porque isto vai dar aso à acumulação de poder em pessoas que hoje são umas, amanhã podem ser outras.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Iniciativa Liberal espera agora que as autoridades competentes “que têm de aprovar a instalação das câmaras” se pronunciem sobre o assunto.</p>
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