Café, chá ou laranjada?
O médico José Moreno e os massagistas Octávio Borges e Filipe Borges marcaram a grande diferença deste jogo. Depois golos muito consentidos, principalmente o primeiro de Marco Fontoura para o Bragança e a oferta de Pardal a Ousmane para o 1-2, na altura com 65” de jogo.
Na primeira parte, os canarinhos foram demasiado perdulários. Respondeu o Mãe d` Água por uma vez e com muito perigo. Ousmane sozinho deixou Nelson mostrar o que valia.
Na segunda parte, as coisas melhoram, mas nunca empolgaram o público e o futebol serve para isso mesmo: levar pessoas ao estádio. Com tanto jogo seguido, faltou o Porto para a inauguração da luz artificial, mas o dinheiro não estica, embora, as entradas no municipal sejam simbólicas.
Michel, do Mãe d´Água, deveria ser expulso, porque nem num particular se deve entrar daquela maneira: fora de tempo e só ao jogador. É caso para perguntar a Rúben Canhota onde estava a bola. O juiz apitou pouco e quase sempre mal, não deu cavaco aos seus auxiliares e não deixou jogar à bola. Assim, este jovem juiz terá que procurar a forma ideal para fazer um bom distrital. Foi dos piores em campo e sem influência no resultado.
Com O Ribeirão, no sábado, derrota por 2-0. Muito sabor a injustiça, com golos aos 86” e 90+2” por Jefferson e Forbes. Para uma equipa que começou por ser uma espécie de Braga “B” e que depressa mudou de treinador, António Caldas bateu com a porta. O ex do Braga não terá gostado do que viu. Agora é o ex- leão Luís Miguel o treinador, mas, exceptuando Pizzi, “ a coisa” para os famalicenses está negra.
O Juiz desta partida também não mostrou nada que já não se soubesse.

