Região

Mais vale ter sorte do que rematar

Mais vale ter sorte do que rematar
Imagem do avatar
  • 2 de Setembro de 2008, 10:14

Norinho é obrigado a brilhar para defender um livre de Carlos Gomes na primeira situação de perigo forasteiro, aos 35’. Mas, 2’ antes Botelho havia feito o mesmo a Juni e até ao intervalo parecia um concurso, só com concorrentes alvi-negros, para ver quem falhava mais escandalosamente o 2-0.
O intervalo não mudou o ritmo de jogo, até que uma inspiração de Carlos Gomes faz o empate num pontapé de recarga, num golo sem defesa, o que tranquilizou os forasteiros, que foram aparecendo de forma tímida para mostrarem que estavam lá para disputar a taça. Com a expulsão do lateral esquerdo local, que acabou por ser o momento do jogo, os pinalnovenses acreditaram que a superioridade numérica era um trunfo e souberam aproveitá-lo.
Passam para a vantagem no minuto seguinte.
Com tranquilidade, sorte, alguns erros e aproveitando a embalagem no ataque massivo dos locais, com uma defesa coesa e dura e mostrando as vantagens do futebol directo, conseguem mais dois golos, construindo um resultado muito lisonjeiro, que o seu futebol praticado em Mirandela não justifica.
Quanto aos árbitros, apesar das alegadas deslocações nos segundo e terceiro golos, apenas lhes notamos critérios diferentes no juízo disciplinar de que se podem queixar os trasmontanos, mas mais por quererem segurar o jogo do que outra coisa.

Proponha um artigo de opinião:
info@pressnordeste.pt
Abrir
Imagem do avatar
Written By
Redação