Loja do Cidadão em dúvida
“A autarquia propôs algumas soluções que têm estado a ser estudadas”, explicou o presidente da CMB. Contudo, o responsável adianta que a escolha da edilidade “recai sobre uma localização mais central, num edifício com 1.400 metros quadrados, capaz de responder às exigências mínimas deste organismo, com um parque de estacionamento encostado e boas acessibilidades”. Ou seja, o edifício que já foi ocupado pela Casa do Benfica.
Caso a tutela não opte por instalar a LC neste local, a CMB cede o terreno do município ao lado do TMB para a construção de um edifício de raiz. “A autarquia procura cooperar o melhor possível, pois é um organismo que faz falta a Bragança, sendo que a própria dimensão da Loja do Cidadão precisa de ser estudada e avaliada”, sublinhou Jorge Nunes.
Na óptica do edil, com a instalação de uma LC poderão ser criados novos serviços na cidade, que poderão colmatar os que, nos últimos anos, foram transferidos para outras localidades do País.

