Homenagem aos avós
“Decidimos homenagear os nossos avós que estão em lares ou os centros de dia e os que não estão institucionalizados e permanecem em casa”, explicou o presidente da CVB, Joaquim Queirós.
O responsável alerta para as problemáticas do envelhecimento e desertificação na região, pelo que a última etapa da vida deveria ser encarada de outro modo por toda a população. “Gostávamos que o envelhecimento fosse uma fase pela qual todos nós ansiamos e que fosse passada com a melhor qualidade de vida possível. Contudo, isso só acontece com o empenho e dedicação de quem cuida do idoso e daqueles que podem animar os mais velhos”, salientou o presidente da CVB.
O responsável alertou, ainda, para a necessidade da população em geral começar a ter mais atenção perante os idosos. “Apesar das coisas estarem a melhorar lentamente, deveríamos dar mais de nós aos mais velhos que, grande parte do ano, são esquecidos e ficam entregues aos cuidados de instituições”, assevera Joaquim Queirós.
Sendo a primeira edição da Festas dos Nossos Avós que a CVB promove, o responsável acredita que este evento poderá vir a ganhar maiores proporções ao longo dos anos. “Temos a sala cheia e gostaríamos que outras instituições e entidades pudessem realizar eventos com maiores dimensões dirigidas aos mais velhos”, acrescentou.
Recorde-se que ao palco do Auditório Paulo Quintela subiram idosos de algumas instituições, como a Santa Casa da Misericórdia de Bragança, Fundação Betânia, de Rebordãos, bem como as crianças do Grupo Coral Brigantino Infantil. “É um gesto simpático que os mais pequenos tiveram em se associarem a este evento, pois, assim, podem estar junto dos seus avós”, concluiu Joaquim Queirós.

