Bolas em forma de prendas
No contra-ataque, o Argozelo poderia marcar, mas o empate a quatro golos era o mais aceitável para quem teve o prazer de pisar uma relva de luxo ou mesmo estar no melhor sintético nacional. O primeiro golo, aos 5”, surgiu na marcação de um livre, uma espécie de canto curto, com a bola a passar por toda a defesa dos mineiros e ir até aos pés do mortífero Carvalho. Na altura, ninguém justificava o golo, mas ele apareceu.
Depois, a reacção pronta da equipa de verde e três cantos que não deram em nada. À passagem do minuto 32”, uma entrega mal dirigida da defesa para o guardião Mário Vilares deu a Sousa o golo de empate, que foi justo na altura.
Antes do intervalo, deu-se o 2-1. Já após o 3-1, a equipa de Joaquim Barros passou por um mau período e começou a recompor-se com o penati, outra oferta.
Depois foram três flagrantes oportunidades do Alfandeguense onde faltou a calma, concentração e pontaria.
No final, ganhou a turma com mais sorte e também o trio de arbitragem que passou o teste com nota alta.

