Viagens pelo tempo
Recorde-se que os custos da intervenção rondaram os 100 mil euros.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta, José Santos, este é o primeiro equipamento de um núcleo museológico que se estenderá a todo o concelho. “Grande parte dos objectos expostos foram doados por pessoas da terra. No entanto, o número de peças pode aumentar, enriquecendo, assim, o espólio do museu”, explicou o autarca.
O espaço pretende introduzir o visitante no contexto da evolução histórica
Através de informação visual e documental, o espaço pretende introduzir o visitante no contexto da evolução histórica, explicando as alterações geológicas, urbanas e mentais que, ao longo dos séculos, atravessaram a região.
“A criação deste equipamento insere-se numa política de elaboração de uma rede museológica polinucleada, através da sua interligação com os vários projectos de desenvolvimento e valorização das nossas potencialidades turístico – culturais, bem como de todo o património imaterial e humano que caracteriza a região”, adiantou o edil.
Depois da criação deste museu, segue-se um outro que está em fase avançada de concepção e que vai nascer na torre heptagonal do antigo castelo: o Museu Medieval.
Já em conclusão estão outros espaços, como o Museu Regional Guerra Junqueiro, o pólo da seda do Museu do Douro e o Museu dos Navegadores e Missionários de Freixo, a instalar no antigo convento de São Francisco de Neri.
Cada uma das seis freguesias do concelho terá uma sala museu onde estará patente a identidade rural, etnografia, usos e costumes de cada uma para que os turistas conheçam melhor a região duriense.

