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Greve contra o frio nas aulas

Greve contra o frio nas aulas
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  • 20 de Janeiro de 2009, 10:30

Os estudantes asseguram que há infiltrações de água através do telhado e das paredes, denunciam que o sistema de aquecimento não funciona e que há salas e corredores onde é preciso colocar recipientes para aparar a água que cai do tecto. Além disso, grande parte das caixilharias e janelas estão partidas ou danificadas.
“As salas são muito frias e chove lá dentro. Temos de estar lá com luvas, gorros e cachecóis e assim não há rendimento possível”, assegura Camila Santos, aluna do 9º ano.
Outro dos problemas mais visíveis é a falta de condições no polidesportivo, porque a chuva molha o piso e as quedas são uma constante. Acresce que os balneários não têm condições de higiene e água quente escasseia.

Situação será analisada em reunião da autarquia com a DREN

“As obras já deveriam ter arrancado no início de 2008. No entanto, o maior problema é o frio e a humidade. Os alunos chegam a trazer aquecedores de casa, mas não adianta porque não há tomadas para os ligar”, garante Elisabete Antão, vice-presidente da Associação de Pais.
Maria Heleno, encarregada de educação, alinha pelo mesmo diapasão: “isto é inaceitável. Até os ratos passeiam pelos corredores da escola. Nem parece que estamos no século XXI”, lamenta
Já o vice-presidente da Câmara de Vimioso, Jorge Fidalgo, disse ao Jornal NORDESTE que a situação será analisada numa reunião com a Direcção Regional de Educação do Norte, agendada para esta semana. “Da nossa parte tudo tem sido feito ao longo dos últimos anos para resolver o problema, já que estamos conscientes que a escola tem falta de condições”, reconhece o autarca.

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Redação