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“Gosto muito de tocar em sítios onde não me conhecem”

“Gosto muito de tocar em sítios onde não me conhecem”
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  • 9 de Outubro de 2012, 08:33

Jornal Nordeste (JN): Tem 3 álbuns editados. Vai ser lançado o quarto álbum designado “Mel Azul”. Porquê este nome?
Norberto Lobo: É uma história um bocadinho longa. Há dois músicos de quem eu gosto muito, que são o Gabriel Ferrandini e o Pedro Sousa. São músicos de Lisboa e eu gosto muito do trabalho deles. Eles referem-se a algo de bom como sendo mel. Então resolvi chamar ao álbum “Mel”. “Azul”, porque este álbum tem dois temas com o subtítulo “blues”. Por isso, foi “Azul” que ficou.

JN: Tem um álbum que se chama “Mudar de Bina”. Pelo que sei é uma homenagem a Carlos Paredes… Porque decidiu fazer esta homenagem?
NL: É uma homenagem a Carlos Paredes porque gosto muito dele e do trabalho dele. É uma inspiração que vem de há muito tempo. E continua a inspirar-me ainda hoje.

JN: Quais são as suas influências musicais?
NL: Eu gosto de tudo e de todos os tipos de música. São tantas as minhas influências que tenho medo de dizer só uma ou duas e esquecer-me das outras. Quando estou a fazer músicas tento não pensar “agora vou fazer uma música assim com esta ou aquela linha”. Depois às vezes é que reparou que soa mais a Blues, por exemplo. No entanto, gosto muito de Carlos Paredes, como não podia deixar de ser. Mas também Robert Wyatt, Sunflare, e muitos outros.

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Redação