“Helicóptero é para partilhar”
O primeiro-ministro respondeu assim quando foi questionado pelos jornalistas sobre a permanência do meio aéreo de socorro no distrito de Bragança, depois de o Tribunal ter rejeitado a segunda providência cautelar interposta pelos autarcas para impedir a transferência do helicóptero para Vila Real.
O primeiro-ministro diz que “o que é importante é que essa articulação, sobretudo com o INEM, possa ser feita de modo a tirar o maior partido possível desses recursos sem deixar as pessoas desprotegidas”.
Pedro Passos Coelho garantiu, ainda, que a população do distrito de Bragança não deixará, com a deslocalização do meio aéreo, de “ter acesso a infra-estruturas e a equipamentos que tornem possível o acesso mais rápido a meios de Saúde”.
“Ninguém disse que deixará de haver meios aéreos adequados para que as pessoas possam recorrer a eles quando for necessário. Outra coisa é dizer, fica aqui um que só fica destinado para esta região, quando por vezes o INEM tem necessidade desse serviço para ser prestado a outras populações”, defende Passos Coelho.
Questionado sobre o encerramento de tribunais, Passos Coelho diz que a preocupação é especializar os tribunais para que o seu funcionamento vá de encontro àquilo que são actualmente as exigências das pessoas relativamente à Justiça.
Pedro Passos Coelho explicou que as reformas que o Governo está a fazer, seja na Educação, Saúde, ou Justiça procuram “concentrar melhor os serviços para poder prestar também um melhor serviço às pessoas”.
