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Quem não mata, morre

Quem não mata, morre
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  • 8 de Novembro de 2012, 14:11

Distanciados apenas por um ponto na tabela, o Grupo Desportivo de Bragança (GDB) e o Desportivo de Ronfe protagonizaram um jogo de emoções que nem sempre deixou satisfeitos os adeptos presentes nas bancadas do estádio.
A equipa da casa entrou melhor em campo, com mais posse de bola e um claro ascendente sobre o seu adversário. A grande exibição do GDB na primeira parte proporcionou-lhe meia dúzia de situações de golo, ao contrário do Ronfe que só criou duas jogadas de perigo. Das seis claras oportunidades que teve, o Bragança concretizou duas. A primeira por Samir, aos 31’, que, depois da marcação de um canto, fez de tudo para chegar ao sítio certo na hora certa deslizando pelo relvado e metendo rasteiro o pé à bola para dentro das malhas adversárias. O segundo golo foi marcado por Toni que da linha de fundo e sem qualquer ângulo rematou e meteu a bola directamente na baliza. Um fantástico tento do número 7 brigantino a fazer lembrar o brasileiro Roberto Carlos pelo Real Madrid numas circunstâncias quase idênticas.
Ao intervalo, o resultado permitia ao GDB ir mais tranquilo para os balneários. Talvez demasiado. Pois, no segundo tempo, a formação da casa entrou em campo meia adormecida, permitindo ao Desportivo de Ronfe assegurar o controlo do jogo e a posse de bola. Apesar da superioridade conquistada pelos visitantes, o GDB lá ia tentando sair em contra-ataque, mas quando era bem sucedido falhava, depois, na concretização. Como quem não marca sofre, o Ronfe reduziu e empatou por intermédio de Moreno.
Com este empate, mantém-se tudo na mesma. O GDB à frente, seguido pelo Ronfe e a separá-los apenas um ponto.

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Redação